"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

Animação Cultural

Conferências do Trindade 2015

O Teatro da Trindade aposta no debate sobre as práticas artísticas e culturais contemporâneas. No próximo dia 2 de junho, António Pinho Vargas é o orador convidado, com o tema "Música e Poder".

2 Jun   |  18h30

Teatro da Trindade
Rua Nova da Trindade, 9, 1200-301 Lisboa
Lisboa
O ciclo CONFERÊNCIAS DO TRINDADE, que sua edição de 2014 trouxe um conjunto de intervenções muito centradas na especificidade da história e atividade cultural do Teatro da Trindade, em 2015 aposta no debate sobre a cultura e as artes contemporâneas.

terça, 2 de junho . 18h30 - Salão Nobre - Entrada livre
MÚSICA E PODER
A Música e as Artes no quadro das relações de Poder transnacionais
 
É assumidamente uma intervenção crítica marcada pelo pessimismo, e que se sustenta muito na investigação que conduziu às teses da sua obra “Música e Poder: para uma sociologia da ausência da música portuguesa no contexto europeu”.
António Pinho Vargas apresenta-nos um quadro de desenvolvimento da música portuguesa contemporânea marcado por sucessivas derrotas, quer  face à dominação da indústria cultural anglo-americana, quer face aos centros de poder europeus dos países centrais e, internamente, face aos representantes locais das hegemonias culturais dos centros. Para Pinho Vargas restam duas hipóteses: o vivido e o trabalho feito ou a mentira mítica autorreproduzida.

 
 
por  ANTÓNIO PINHO VARGAS
Compositor, músico e ensaísta
 
Compositor, músico e ensaísta. Licenciado em História, pela Faculdade de Letras no Porto, doutorou-se em 2010 com a tese “Música e Poder: para uma sociologia da ausência da música portuguesa no contexto europeu”. Publicou diversos livros sobre música. Gravou 10 discos de jazz como pianista/compositor. Compôs óperas, oratórias, várias peças para orquestra, para ensemble, para solistas, de câmara e música para filmes. Entre outras distinções recebeu o Prémio Universidade de Coimbra e o Prémio José Afonso (2012) e o Prémio Autores pela obra Magnificat para Coro e Orquestra (2014).
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