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Exposições

«Clamor da Maré Cheia»

Após ter inaugurado o seu mais recente projeto no cais da Alfândega de Vila do Conde, a artista Cristina Rodrigues escolhe agora o Jardim do Museu Nacional de Arqueologia – Mosteiro dos Jerónimos para a instalação da segunda das quatro peças que integram a narrativa que dá corpo à composição “Clamor da Maré Cheia”.

14 Jul a31 Out

Jardim do Museu Nacional de Arqueologia – Mosteiro dos Jerónimos
Praça do Império, 1400-026
Lisboa
Preço
Entrada livre

“Clamor da Maré Cheia” é uma exposição polinuclear, composta por quatro instalações de arte contemporânea, concebidas em sintonia com o lugar de exibição. Uma narrativa que exalta o Homem como um ser curioso e trabalhador, capaz de enfrentar grandes adversidades por caminhos desconhecidos. As esculturas que integram a obra - quase cinco dezenas de peças que utilizam o ferro e redes de pesca como matéria de trabalho -, são fruto de uma reflexão da autora sobre a odisseia humana.

A instalação de Lisboa reúne 12 esculturas de barcos e redes de pesca, que representam o Homem como explorador que criou um objeto capaz de atravessar o mar rumo ao desconhecido.

Foi do Rio Tejo, em Belém, que os portugueses partiram em direção ao mundo e este é o mote para a segunda fase da conceção da artista. Vila do Conde, cidade conhecida pelos seus estaleiros navais, recebeu, no seu cais ribeirinho, a primeira das instalações desta composição de Cristina Rodrigues.

Cristina Rodrigues é uma das artistas plásticas mais importantes da sua geração, tendo trabalho artístico apresentado na Europa, Ásia e América do Sul em diversas exposições a solo. Várias das suas obras integram coleções de museus e entidades públicas, como no Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso e na Catedral de Manchester, por exemplo.
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