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Exposições

Jorge Molder: Mais tarde

Exposição individual de fotografia do artista Jorge Molder (PT, 1947) patente ao público na Galeria Belo-Galsterer

14 Out a15 Jan

Galeria Belo-Galsterer
Rua Castilho 71, R/C 1250-068 Lisboa
Preço
Entrada livre
[Vs. PT.]

Nesta nova série “Mais tarde”, Jorge Molder trabalha a partir de uma série inicial, encomenda da revista GRANTA, cujo leitmotiv é o Sono/Sonho. Sono e Sonho são experiências comuns a todos os seres humanos, experiências universais, não obstante muitas vezes solitárias; e mundos ainda por explorar.

Assim, a série “Mais tarde”, composta por 21 fotografias das quais foram escolhidas 19 para integrar a exposição com o mesmo nome na Galeria Belo-Galsterer, acaba por construir uma espécie de mundo paralelo, em que as imagens funcionam quase como símbolos de aconteci-mentos, provocando emoções contraditórias no observador: umas mais fortes que outras; imagens que pela sua singularidade nos conseguem despertar curiosidade, inquietação, medo e prazer.

Vemos caras cheias de emoção a chamar-nos, a emitir gritos silenciosos, corpos em contor-ções, a flutuar cheios de expressividade, mãos em poses misteriosas e sugestivas, cenas vazias evidenciando objetos solitários – que são o que são - descontextualizados, isolados sobre um fundo negro, quase que como as peças soltas de um puzzle.


[En. Vs]

In this new series "Mais tarde", Jorge Molder works from an initial series, commissioned by GRANTA magazine, whose leitmotiv is Sleep/Dream. Sleep and Dream are experiences common to all human beings, universal experiences, yet often solitary; and worlds yet to be explored.

Thus, the series “Mais tarde”, composed of 21 photographs from which 19 were chosen to be part of the exhibition with the same name at Galeria Belo-Galsterer, ends up building a kind of parallel world, in which the images function almost as symbols of events, provoking contradictory emotions in the observer: some stronger than others; images that by their uniqueness can arouse curiosity, restlessness, fear as well as pleasure.

We see faces full of emotion calling us, emitting silent screams, bodies in contortions, floating full of expressiveness, hands in mysterious and suggestive poses, empty scenes showing lonely objects - which are what they are - decontextualised, isolated on a black background, almost like the loose pieces of a puzzle.

+ info:
www.belogalsterer.com
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