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Uma forma de dizer: poema com leituras de José Anjos e Pedro Lamares
Sophia de Mello Breyner Andersen no seu centenário. Leituras de poemas de José Anjos e Pedro Lamares acompanhados por Carlos Barretto ao contrabaixo.
17 Abr 2019 | 19h00
Ao longo dos últimos anos, Lisboa tem fervilhado de poesia dita por bares e casas de espectáculo como o Musicbox, o Povo ou a Barraca, sempre à volta de um copo ou de um instrumento musical. Dessas tertúlias, nasceu um encontro entre várias gerações de amantes de poesia e uma nova abordagem ao poema enquanto lugar que se pode visitar ao vivo e em conjunto: uma abordagem de proximidade e, acima de tudo, de maior abertura.
O poema dito cria uma urgência na leitura e, muitas vezes, na escrita também. Destes encontros, saíram muitos novos leitores e também alguns dos poetas da nova geração.
O Âmbito Cultural do El Corte Inglés traz agora para mais próximo do seu público esse espírito de comunhão à volta do poema, através de um ciclo de poesia dita e musicada, coordenado por José Anjos, que se inicia já a 17 de Abril numa sessão inteiramente dedicada a Sophia de Mello Breyner no seu centenário, Com leituras por José Anjos e Pedro Lamares, acompanhados por Carlos Barretto ao contrabaixo, ambos convidados especiais desta primeira sessão.
José Anjos (Lisboa, 1978) é formado em direito e músico.
Gosta de imitar gaivotas com o seu gato na praia, caçar caracóis na lezíria, passear lesmas sem-abrigo e dançar como um panda sem pescoço.
O seu lema (que impinge a toda a gente) é memento mori. Ou um pires de tremoços.
Ainda não decidiu. Tem vindo a publicar alguns poemas em revistas, colectâneas e até livros. Diz que foi aqui e ali e fez assim e, passado, deixou o gato sentado com saudades e alguns poemas dentro do prazo, para ler depois de abrir.

