"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

Formação

Engana-me que eu Gosto · Workshop de criação de fake news

Workshop orientado por Frederico Batista, coordenado por Miguel Fragata e Inês Barahona.
Público-alvo: todos os interessados, M/18

8 Out a 13 Out 2019

Teatro Nacional D. Maria II
Praça Dom Pedro IV, 1100-201 Lisboa
 
Como criar fake news? Quais os mecanismos que intrigam, convocam discussão e produzem aparência de verdade? Ao longo de quatro sessões, um conjunto de pessoas que não se conhecem decidem construir um website fantasma, pô-lo a circular nas redes, e alimentá-lo com conteúdos falsos, definidos em conjunto. Deste workshop resultará uma edição efémera de um jornal em papel e um manancial de notícias sobre o espectáculo "Fake” que ainda não existe.

Actividade desenvolvida no âmbito da Fake Week, uma semana concebida por Miguel Fragata e Inês Barahona / Formiga Atómica, dedicada a falar da mentira para pensar a verdade. O programa, de entrada livre, inclui conferências, um ciclo de filmes, uma sessão de análise e detecção de mentiras sobre o trabalho de actrizes, e ainda oficinas de sensibilização para a desinformação.

*8 a 13 de Outubro no Teatro Nacional D. Maria II*
Mais informação 

SESSÕES
8 e 10 outubro, terça-feira e quinta-feira · 18h30 às 22h30 +
13 e 14 outubro, sábado e domingo · 10h às 13h30
Participação limitada a 20 pessoas e sujeita a inscrição prévia e selecção. Importante: a participação implica presença nas 4 sessões (total de 15h).

FICHA DE INSCRIÇÃO
Inscrições abertas até dia 1 de outubro, terça-feira.

COMPARTICIPAÇÃO
2€

SOBRE O FORMADOR
Frederico Batista, Óbidos, 1986
Licenciado em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social - Instituto Politécnico de Lisboa em 2008, começou o seu percurso profissional no SAPO Notícias, onde trabalhou de 2007 a 2010. Nos cinco anos seguintes, desenvolveu as suas competências nas áreas de assessoria de imprensa e de comunicação na produtora e distribuidora de cinema Leopardo Filmes e no Lisbon & Estoril Film Festival. Em 2015, retoma a sua ligação ao jornalismo na secção Multimédia do diário Público, onde permaneceu até 2018. Neste período destacam-se as séries de reportagens "Racismo em Português" e "Racismo à Portuguesa", reconhecidas com o Prémio AMI – Jornalismo contra a Indiferença e com uma nomeação para o Prémio Gabriel Garcia Márquez, respectivamente. Ainda em 2017, leccionou a cadeira de Jornalismo Multimédia na Escola Superior de Comunicação Social. Actualmente, trabalha na área da produção de conteúdos multimédia e gestão de redes sociais.
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