"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

Teatro

"Amor (quase) perfeito"

A apresentação do espetáculo, “Amor (quase) perfeito”, será única e tem data marcada para o dia 21 de junho às 18h no Largo da Igreja de Nine. 

21 Jun 2015  |  18h00

Largo da Igreja
Largo da Igreja, Nine, V. N. Famalicão
Fértil Cultural apresenta espetáculo comunitário
Mulheres dos 64 aos 87 anos sobem ao palco para nos falar de amor.

Nos últimos quatro meses a Fértil Cultural passou vários dias com as senhoras do Centro de Convívio de Nine (V. N. Famalicão) com o objetivo de preparar um espetáculo de teatro com as mesmas. Partindo de recolhas das suas experiências ligadas ao tema, o amor, Neusa Fangueiro e Rui Alves Leitão escreveram e criaram o espetáculo com os recursos que elas lhes iam facultando. Todos os elementos do espetáculo foram trazidos pelas senhoras. Respeitando sempre a arte tradicional e popular os elementos foram sendo abordados de forma contemporânea. O mesmo se passou com o cenário que foi desenvolvido pelas frequentadoras do centro, com o olhar atento e interventivo de Migvel Tepes. O objetivo deste projeto passa por integrar este grupo de seniores no meio artístico e dar-lhes a conhecer a arte de representar através de uma formação continua com uma apresentação pública. No final do espetáculo está previsto um momento de convívio com o público.
 
SINOPSE
As experiências de amores multiplicam-se com o passar dos anos. Para falar de amor convidamos pessoas de muita sabedoria e experiência sobre esta matéria, pessoas que já foram confrontadas com várias e diferentes questões de amor. As frequentadoras do Centro de Convívio de Nine foram as eleitas para partilharem connosco a sua sabedoria amorosamente dedicada. Baseado em histórias recolhidas neste centro de convívio criamos um espetáculo que fala de vários amores, de como surgem e desaparecem, de como nos alimentam a alma e nos fazem viver.

FICHA ARTÍSTICA
Direção artística Neusa Fangueiro e Rui Alves Leitão
Direção plástica Migvel Tepes
Interpretação Alexandrina Carvalho, Alice Amorim, Alice Costa, Alice Cunha, Alice Gonçalves, Beatriz Cunha, Conceição Dias, Helena Ferreira, Isabel Gomes, Lídia Durães, Lurdes Araújo, Margarida Araújo, Maria Freitas, Maria Oliveira, Virginia Arminda.
Produção executiva Dânia Lucas
Design gráfico Nuno Lopes
Apoio à criação Celeste Furtado, Fernanda Bacelo, Helena Cunha, Helena Moreira, Isaura Santos e Rosário Pedro
Apoios Câmara Municipal de V. N. de Famalicão, Junta de Freguesia de Nine, Paróquia de Nine
Entrada Livre

A FÉRTIL
A Fértil surge do encontro entre o teatro e a antropologia, duas formas de olhar para o ser humano como produtor de cultura e de questionar a sua condição de vida. Em 2010 é fundada a associação com o propósito de dar voz às criações e investigações que partam desse princípio. As criações da Fértil assentam essencialmente no teatro e na sua relação com as outras formas artísticas.
O teatro é por excelência o laboratório onde se permite a experimentação do nosso trabalho. Privilegiando as criações originais, permite-nos, como criadores, uma melhor abordagem às mais diferentes temáticas e a adequação destas ao nosso propósito, assim como a afirmação dos artistas envolvidos. É aqui que nos expressamos e onde partilhamos o nosso pensamento com o outro.
O objeto de trabalho da Fértil - arte, educação e cultura - é a base de desenvolvimento de todos os seres humanos, independentemente da sua etnia ou cultura. Estes três pontos são horizontais e pertencem a todos nós num formato não hierárquico. Acreditando nas capacidades de todos, a Fértil pretende desenvolver os seus trabalhos numa forma simbiótica de dádiva, partilhando os seus conhecimentos e aprendendo com os conhecimentos dos outros.

Fértil - Associação Cultural
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