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"O Kamanguista"

Romance protagoniza uma viagem ao tráfico de diamantes em Angola e à época do Estado Novo e da Guerra Colonial.


A editora Luz da Razão acaba de lançar o livro “O Kamanguista”, da autoria de Luis Miguel Santos. Uma obra que retrata a realidade do tráfico de diamantes em Angola, do Estado Novo e da Guerra Colonial.

O primeiro romance de Luís Miguel Santos faz uma viagem ao regicídio de 1908 e termina pouco depois do 25 de abril de 1974, tendo como pano de fundo a Diamang - Companhia de Diamantes de Angola. No decorrer da obra as personagens são confrontadas com situações de tráfico de diamantes, corrupção, traumas de guerra, racismo e injustiças sociais.

A minha inspiração para escrever este romance começou há alguns anos, quando li um artigo sobre a Diamang.Fiquei surpreendido com aquilo que descobri e mais ainda por esta empresa ser tão desconhecida pelo público em geral. Afinal, estamos a falar de uma instituição que tinha escolas, hospitais e até uma polícia própria, funcionando como uma espécie de cidade autónoma. O seu poder era de tal ordem que chegou a ser conhecida como “um Estado dentro do Estado”. Este foi o ponto de partida para começar a explorar temas paralelos como o Estado Novo, a Guerra Colonial e o 25 de abril, ao mesmo tempo que enquadrava neles as personagens principais, afirma Luis Miguel Santos.

O livro centra-se na personagem de Francisco de Vasconcelos, filho do dono de uma das principais joalharias de Lisboa. Habituado a uma existência desafogada, vai subitamente ter de se confrontar com uma mudança radical na sua vida, que o leva a trabalhar na poderosa Diamang – Companhia de Diamantes de Angola. Com apenas 19 anos, mas movido por uma enorme ambição, Francisco terá de ganhar o seu espaço na Companhia e, ao mesmo tempo, lidar com tudo o que de negativo se passa dentro dos seus muros - injustiças sociais, racismo e contrabando.

A maneira como irá lidar com a realidade que o rodeia vai moldar o seu carácter e definir o resto da sua vida, assim como a de todos os que lhe são próximos, acrescenta o autor.

Licenciado em Comunicação Social e Cultural pela Universidade Católica Portuguesa de Lisboa, Luís Miguel Santos é Responsável de Comunicação e Marketing na APREN – Associação Portuguesa de Energias Renováveis há cerca de três anos.

O escritor também deu cartas na área da poesia. Em 2001 ficou em terceiro lugar no concurso “Arte Jovem”, uma iniciativa da Câmara Municipal de Torres Vedras e em 2002 repetiu o resultado num concurso organizado pela Universidade Católica Portuguesa de Lisboa.

PVP: 14,50€ c/ IVA

Sobre a editora Luz da Razão:

A Luz da Razão (www.luzdarazao.pt) é uma editora que se propõe a investir, através das suas chancelas, no poder da difusão da arte e do conhecimento como ferramenta fundamental para libertar consciências, destruir preconceitos, apresentar ideias e divulgar a produção científica em Portugal.

Pretende atingir a sociedade a todos os níveis, com a divulgação de obras que contribuam para o debate e desenvolvimento de uma visão humanista e integrada das pessoas, das artes, da ciência, da ecologia e da vida.

O seu trabalho está orientado para tornar a literatura um novo prazer, através da edição de livros inovadores, diferenciados e cheios de histórias onde sentimentos, vidas e talentos sejam os seus complementos essenciais. Livros que, por isso mesmo, agarrem o leitor desde a primeira frase.

Enquanto editora, não abre mão do trabalho que lhe cabe na construção de uma sociedade mais justa e igualitária, pautada pela liberdade de pensamento, de forma a promover a sustentabilidade ambiental e social do mundo.

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