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Livro das Pragas, Agouros, Rezas, Superstições e outros Esconjuros

Pragas, agouros, superstições. Um património popular transmitido de geração em geração que hoje está em vias de cair no esquecimento.


Há quem desvalorize, há quem renegue, mas será que há quem ainda acredite? Relembre algumas dessas pérolas, com o Livro das Pragas, Agouros, Rezas, Superstições e Outros Esconjuros, editado pela Guerra e Paz, Editores, em parceria com a CMTV.

Ainda se lembra de ouvir das mães e das avós frases de alerta como: «não abras o guarda-chuva dentro de casa que dá azar»? Ainda se lembra como os seus familiares mais velhos exclamavam: «cuidado com o espelho, se o partires terás sete anos de azar»? E se algum vizinho se portasse mal era logo mandado para «o diabo que o carregasse» ou até mesmo para o «raio que o partisse».

Podem parecer superstições e maldições ultrapassadas, mas a verdade é que são preciosidades da cultura popular. É esse tesouro ancestral que a Guerra e Paz, Editores procurou recuperar no Livro das Pragas, Agouros, Rezas, Superstições e Outros Esconjuros. E mesmo que não acredite na sorte, no azar, ou em qualquer esconjuro, é melhor estar preparado e ter este livro sempre por perto, «não vá o diabo tecê-las».

Nesta edição, pode encontrar as ancestrais pragas algarvias, das quais se destacam a genialidade das gentes de Alvor: «Ah amaldiçoado moço, havia de te dar uma dor tão grande, tão grande, que só te passasse com sumo de pedra.» Mas a praga não é apenas algo do povo, está muito presente na literatura clássica portuguesa. Por exemplo, na incontornável obra Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, e no famosíssimo Manifesto Anti-Dantas, de Almeida Negreiros.

Se o povo diz que «prevenir é melhor do que remediar», talvez possamos prevenir os enguiços ou azares com presságios e adivinhação. Também aqui os grandes vultos da literatura portuguesa foram beber inspiração. O agouro foi eximiamente abordado por Almeida Garrett, em Frei Luís de Sousa, por Eça de Queiroz, em Os Maias, e, claro, por Fernando Pessoa, no poema Presságio.

Mas com tanta maldição e azar temos de ter alguma proteção não acha? É justamente por isso que a obra inclui um capítulo com rezas e amuletos das nossas avós, para afastar o quebranto ou o mau-olhado. A sua defesa pode ir de um simples «lagarto, lagarto, lagarto», acompanhado de três batidas na madeira, até a um «Deus te fez, Deus te criou, Deus te livre de quem mal olhou. Deus é Verbo. Verbo é Deus».

E se julga que as superstições são coisas apenas do povo português, está redondamente enganado. Nesta edição, vai descobrir que, no Japão e na China, o número do azar é o 4 e não o 13, que na Grécia e na Itália o número 17 é o mais odiado e que na Turquia as pessoas acreditam que, se adormecerem a mascar pastilha elástica, esta se transforma em carne podre.

O Livro das Pragas, Agouros, Rezas, Superstições e Outros Esconjuros é o terceiro livro da coleção Livros CMTV*, resultante da parceria entre a Cofina e a Guerra e Paz, Editores. O livro poderá ainda ser adquirido em www.guerraepaz.pt.

Sinopse
Tem nas suas mãos uma preciosidade. Um livro que reúne pragas, agouros, rezas, superstições e outros esconjuros! Estes saberes populares, úteis no quotidiano e em vários momentos da vida, desde o baptismo até à morte, têm sido transmitidos de geração em geração, mas hoje correm o risco de se perderem no esquecimento. Por isso, fomos ao baú das nossas memórias e recuperámo-los. Nesta edição única, descubra as deliciosas pragas algarvias, em particular as de Alvor, e ainda algumas pragas literárias, de Gil Vicente a Almada Negreiros. Também desvendamos agouros e presságios históricos. Relembramos rezas e benzeduras das nossas avós. Revelamos a origem de algumas superstições e oferecemos uma pequena enciclopédia supersticiosa. Precisa de um amuleto de proteção? Também temos! E nem sequer nos esquecemos das superstições de gente famosa, e ainda viajamos até outros países. Sente-se confortavelmente na sua cadeirinha de leitura e venha conhecer este mundo fascinante e enigmático!

Os Livros CMTV
Esta colecção, uma parceria do Grupo Cofina e da Guerra e Paz editores, envolvendo meios líderes de audiência como o jornal Correio da Manhã e a CMTV, tem como objectivo alargar a leitura e o acesso a livros ao público mais vasto possível, levando o livro não apenas às grandes cidades e aos circuitos livreiros, mas igualmente ao interior do país, às pequenas cidades e vilas, estabelecendo um circuito de proximidade com os leitores.

Manuel S. Fonseca, editor da Guerra e Paz, considera esta iniciativa da maior importância: «a associação ao livro do grupo Cofina, que é unanimemente reconhecido pela sua excepcional dinâmica de divulgação, pode ajudar, e muito, as livrarias portuguesas, atraindo novos frequentadores e leitores. Essa força de comunicação só pode trazer benefícios.»

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