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Carlos Moedas publica livro sobre os bastidores da Comissão Europeia

O Brexit, o caso grego e o crescimento dos populismos e do eurocepticismo. Os maiores desafios da Europa nos últimos cinco anos, analisados sem eufemismos, pelo antigo comissário europeu para a Investigação, Ciência e Inovação, Carlos Moedas. 


«Trazer as grandes questões europeias ao nosso debate público» e «partilhar o dia-a-dia da minha experiência enquanto comissário». Foi este o objetivo de Carlos Moedas, ex-comissário europeu da Investigação, Ciência e Inovação e atual administrador executivo da Fundação Gulbenkian, na criação dos textos que deram origem ao livro Vento Suão – Portugal e a Europa.

O político, engenheiro civil e economista português publicou, ao longo do seu mandato em Bruxelas, entre 2014 e 2019, crónicas regulares, que começaram com a celebração do Dia da Europa – 9 de maio de 2018, no jornal Correio da Manhã sobre os dias conturbados que a União Europeia viveu. 

São 75 dessas crónicas que compõem Vento Suão – Portugal e a Europa, um livro cuja linguagem simples e direta, sem os habituais eufemismos políticos, está acessível a todos os leitores.

Conheça os bastidores da Comissão Europeia e as ameaças à estabilidade do projeto europeu dos últimos cinco anos. Desde o «pesadelo» da saída do Reino Unido, que contraria a irreversibilidade do projeto europeu à «tragédia» política e económica da Grécia, desde a crise humanitária dos refugiados sírios, à luta contra o terrorismo, e desde o crescimento dos movimentos populistas ao euroceticismo.

Mas segundo o autor este mandato também conquistou importantes vitórias. Para o ex-comissário europeu «a UE deu mais uma vez provas de resiliência e da capacidade de encontrar caminhos em aparentes becos sem saída».

O prefácio da obra é da autoria de Jean-Claude Juncker, ex-presidente da Comissão Europeia, que tece rasgados elogios ao trabalho de Carlos Moedas como comissário europeu para a investigação, ciência e Inovação.  «A ação de Carlos em todos os domínios honrou a Europa e honrou Portugal».

Na introdução da obra, intitulada Uma Europa ao alcance de todos, Carlos Moedas explica que a escolha de Vento Suão para título do livro se tratou de uma homenagem ao pai, «um homem que durante toda a vida lutou pela liberdade e que por muitos anos assinou uma coluna no Diário do Alentejo com o mesmo nome».

Sinopse
Carlos Moedas apresenta as grandes questões Europeias, abrindo-as ao debate público, numa linguagem clara e sem os habituais eufemismos políticos. “Vento Suão, Portugal e a Europa” é também uma forma de levar o leitor a partilhar o dia a dia da Comissão Europeia, a experiência ao vivo do projeto europeu em que os portugueses acreditam. Um livro no olho do furacão que foram os últimos anos, cinco anos em que a Europa enfrentou o Brexit, a crise dos refugiados, o terrorismo, as dificuldades na Grécia, populismos de diversos tipos e geografias e um crescimento do euroceticismo. E numa nota pessoal, Carlos Moedas diz que chamou “Vento Suão” a este seu livro “em homenagem ao meu pai, um homem que durante toda a vida lutou pela liberdade e que por muitos anos assinou uma coluna no Diário do Alentejo com o mesmo nome. Essa brisa quente e suave vinda do Sul era para ele um convite a uma salutar inquietude, um sinal que nos lembra que na vida nada pode ser dado como certo. Esta menção não poderia estar mais ajustada à União Europeia.” 

Biografia do Autor

Carlos Moedas nasceu em Beja, em 1970. É licenciado em Engenharia Civil pelo Instituto Superior Técnico. Frequentou a École Nationale des Ponts et Chaussées de Paris. Em 1998, obteve um MBA – Master of Business Administration – na Universidade de Harvard. Iniciou a carreira no grupo Suez, em França, trabalhou vários anos em Londres e criou a sua própria empresa em Portugal. Em 2011, foi eleito deputado e tornou-se secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro do XIX Governo Constitucional, com responsabilidade pela coordenação do Programa de Ajustamento. Em 2014, tornou-se o quinto português a exercer as funções de comissário europeu, tendo gerido o maior programa de ciência do mundo (80 mil milhões de euros). É o mais jovem membro da Academia de Engenharia de Portugal. É medalha de ouro da Ordem dos Engenheiros e membro honorário da Academia de Ciência Africana. Recebeu o doutoramento honoris causa em Direito pela Universidade de Cork, na Irlanda, e outro doutoramento honoris causa pela École Supérieure de Commerce de Paris. É hoje administrador executivo da Fundação Calouste Gulbenkian. 


Vento Suão – Portugal e a Europa
Carlos Moedas
Não-Ficção / Política
264 páginas · 15x23 · 16,00 €
Guerra e Paz, Editores 

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