"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

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Bibliotecas Municipais de Lisboa assinalam o Dia Mundial da Poesia

Vamos revisitar Mário Cesariny, Sophia de Mello Breyner Andresen, António Ramos Rosa, Vinicius de Moraes, António Botto, entre outros.


Dizia Eugénio de Andrade, que o poeta é, tantas vezes, “aquele que nega onde outros afirmam, desoculta o que outros escondem, ousa amar o que outros nem sequer são capazes de imaginar” (ANDRADE, Eugénio, 1995)

Por isso mesmo, a poesia é, talvez a par com a descoberta da interrogação filosófica, uma das experiências estéticas mais enriquecedoras e estruturantes da capacidade reflexiva humana.

Quando lida certamente.

Mas também quando ouvida.

Sobretudo por quem a lê assim, como o fazem a Carla Galvão, a Cristina Buero, o Hugo Franco, a Joana Rosa, o Marco Mendonça, o Marco Paiva, a Maria Ana Filipe e a Maria Jorge.

Nestes dias desafiantes para todos, que possa a poesia ajudar a abrir mais uma janela para o(s) mundo(s). No Facebook e Youtube das BLX , às 14h.


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