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Grand Sun assinalam lançamento de Sal Y Amore com vídeo "Circles"

Grand Sun está de volta e traz consigo uma revolução, o primeiro sal saudável para hipertensão.


O novo trabalho, Sal Y Amore, representa uma outra faceta da banda, mais crua, sem filtros e genuína. Durante 2019, tocaram pelo país fora em salas de concertos e também se lançaram em festivais como o Festival Ecos de Lima, a Festa do Avante ou o Festival Termómetro. O novo disco canta todas estas viagens, novos amigos e muito roque que permitiu ao quarteto de Oeiras crescer e mostrar uma nova face.

Sobre o sujeito insubordinado que quer fugir de tudo, a banda apresenta uma nova solução: imortalizar todos os dissabores que nos fazem sentir vivos.  Os singles “Feeling Tired” e “Veera” fazem de porta estandarte desta comitiva. Todos com a sua personalidade desvendam um pouco do que está para vir.

Sal Y Amore foi gravado e misturado pelo André Isidro nos estúdios Duck Tape Melodies e masterizado pelo João Alves no Sweet Mastering Studio. O novo trabalho é editado pela Aunt Sally Records no dia 27 de março e o artwork da capa foi trabalhado em conjunto com a MURTA e a sua lente.

With all being said, a mensagem destes quatro jovens adultos é simples e clara: Sem amore ninguém canta.

O LP de estreia dos Grand Sun Sal Y Amore é uma viagem sónica à mente caótica da banda. Ao estrearem o seu primeiro punhado de músicas ao vivo (com o EP 'The Plastic People of The Universe', em 2018), tocam por todo o país, em festivais e salas de concerto, apenas o suficiente para descobrir que o contato direto com as pessoas e o imediatismo é o que realmente querem e procuram. Tal como um tempero cáustico em uma festa intemporal, aqui em Sal Y Amore a banda não tem reservas em se mostrar como quer: intensa e festiva. Desde a malha hip “Palo Santo”, à delicada narrativa de “A Picture”, à hipnótica “Veera” e ao traje pós-punk de “Feeling Tired” e “Circles”, a banda refere-se a toda a experiência de crescerem juntos, ao escapismo, medo existencial e todos os desencantos. Falam sobre um contraste entre o amor inocente e idílico e um tipo de relacionamento mais maduro, daí o sal. 

De Lisboa, Portugal: os Grand Sun são António Reis, João Ribeiro, João Simões e Miguel da Costa Gomes. Cantam sobre personagens peculiares que encontram todos os dias. Pensem neles como uma banda de sunshine-pop com influências dos anos 60 e 70, que por vezes toca rock psicadélico, na maioria das vezes com uma atitude de garage / pós-punk.

Para assinalar o lançamento do novo single e videoclip “Circles” e edição do disco Sal Y Amore, e fazerem parte da gigante onda de suporte e amor que todos temos assistido nos ultimos dias, Grand Sun lança hoje uma campanha especial no Bandcamp em que todo o catálogo estará a metade do preço até ao lançamento do disco, dia 27 de março. Bastará apenas colocar a palavra 'squares' no checkout. Boas escutas e acima de tudo be safe!

A edição dos singles “Feeling Tired” e “Veera” permitiu entrarem nas playlists do Spotify 'Indie Lusitano', 'Henrique Amaro | Portugália' e 'Indie Pancake' assim como o destaque nos mais variados blogs e rádios internacionais (Janglepophub (ZA), Little Dose of Indie (UK), 88.1 FM KFCF (US), etc).

SINGLE “CIRCLES” 
E, por fim, a “Circles”. Sobre esta inevitável aceitação em relação à nossa vida - because Sometimes you don’t get what you want - e pessoalmente sobre este limbo constante em que nos encontramos enquanto construímos a nossa personalidade. A formulação desta dicotomia entre o querer e não querer partir trata-se de cobrirmos este nosso medo existencial com o entusiasmo por esta mesma existência.

É a música mais frenética de Sal Y Amore, a música com mais nervo e a que melhor define a transição para esta fase mais ácida da banda. É com Circles que assumem uma postura garage rock e pós-punk, sendo a malha que melhor define como são ao vivo. Well, God bless bands like King Gizzard & The Lizzard Wizzard, Thee Oh Sees and Parquet Courts por todo o bom mojo e a inspiração para dançar, gritar e fazer crowdsurfs. Pensam nisso enquanto a tocam ao vivo. E sobre quão bom é expressar algo, ainda que esse algo seja andar em círculos.

Visualmente, o teledisco gravado por Francisco Lopes retrata os Grand Sun num talk-show surreal, quase bizarro, onde a banda se entrevista a si própria, numa conversa inconsequente que é uma sátira e uma representação caseira do ruído que estamos expostos diariamente.

BIOGRAFIA 
A amizade e a união de interesses, aliadas a uma atitude irreverente e juvenil, possibilita a criação dos Grand Sun em 2016. O primeiro single, “Apolo”, produzido por Filipe Sambado, sai no início desse ano e possibilita os primeiros concertos da banda no Sabotage Club, Lx Factory, Casa Independente e Damas. 

Aprimoram e definem a sua estética, com passagens pelo Musicbox e Galeria Zé dos Bois e, em conjunto com as primeiras experiências nos media, são impulsionados a entrar em estúdio para gravar o seu EP de estreia The Plastic People of The Universe.

A tour do disco The Plastic People of The Universe levou-os a diversas salas do país como Salão Brazil (Coimbra), Bang Venue (Torres Vedras), Sabotage Club (Lisboa), CAEP (Portalegre), SHE (Évora) e numa tour partilhada na sua grande maioria com bandas internacionais como Triptides (EUA), Hickeys (Espanha) e The Van Allen Belt (EUA).

TOUR 
25.04.2020/ Sábado/ Porto (Ferro Bar)
26.04.2020/ Domingo/ Guimaraes (Oubla)
30.04.2020/ Quinta-feira/ Barcelos (Platano Koberto)
01.05.2020/ Sexta-feira/ Viana (Cubiculo)
02.05.2020/ Sabado/ Braga (Bazuuca)
13.05.2020/ Quarta-feira/ Porto (FAUP Fest)
16.07.2020/ Quinta-Feira/ Ruilhe (Rodellus)

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