"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

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Maria Nêspera fala de afetos e de raízes

Conta a história de uma menina, da avó e de uma árvore muito especial, que as acompanha ao longo da vida. A menina adorava esta árvore, esconderijo e casa de brincadeiras. Mas o tempo passa e as coisas mudam? Só o que é forte permanece.


Livro ilustrado com uma história bonita que apela aos afetos, às memórias de infância e ao retorno às raízes. Originalidade e simplicidade sofisticada das ilustrações. Leitores de todas as idades vão adorar a história escrita com simplicidade e afetos.

 Pode ler e descarregar aqui o respetivo Guia de Exploração.

Ed. Fábula | 56 pp. | 12,99€. Primeiras páginas aqui.

Sobre a ilustradora:

Joana Miguel nasceu em Leiria e vive atualmente em Lisboa. É licenciada em Design Visual pelo IADE com Pós-graduação em Práticas Web e Novos e Media na Universidade Nova de Lisboa. Iniciou a sua carreira profissional em 2000 na área de web design, animação digital e ilustração digital. A ilustração tornou-se desde cedo a base do seu trabalho ao nível da realização de projetos profissionais na área de animação digital, onde explora e aprofunda várias linguagens narrativas e ilustradas em meio audiovisual. Passou por várias empresas e ateliês de design e de publicidade, onde colaborou em algumas publicações de ilustração editorial. A sua paixão por desenho e ilustração é responsável pela aventura do seu primeiro livro ilustrado: Maria Nêspera.

Sobre a autora:


Patrícia Martins
 é natural de Leiria. É licenciada em animação cultural e mestre em gestão cultural. Especializou-se em serviço educativo e em mediação da leitura e é na área da literatura e literacias para a infância que tem trabalhado nos últimos anos, participando com regularidade em diversas atividades culturais, na dinamização de iniciativas de promoção da leitura e das artes.

Escreve para blogues e publica textos de opinião. Em 2016 estreou-se na escrita para a infância com o livro Deu-me o Nome LIBERDADE o Avô Agostinho da Silva, ilustrado por Tenório Traduziu o livro My dad used to be so cool de Keith Negley, (ed. Rastilho de Letras).

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