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Ensaio alerta para os graves prejuízos que as teorias radicais podem causar às minorias que juram defender

Já ouviu dizer que só os brancos podem ser racistas, que não existe sexo biológico ou que ser obeso é saudável? Confuso com estas ideias? Pergunta-se como é que elas conseguiram desafiar tão depressa a lógica da nossa sociedade?


Pois a ensaísta Helen Pluckrose e o matemático James Lindsay têm algumas das respostas para as interrogações que o movimento woke tem vindo a levantar nos últimos anos. No ensaio Teorias Cínicas, os dois autores desmontam algumas das teses mais polémicas dos movimentos intelectuais de justiça social e afirmam que os estudos activistas e radicais, com a sua cultura de guerra e de cancelamento, fazem mais mal do que bem às comunidades minoritárias que juram defender. Escolhido «Livro do Ano» por vários órgãos da imprensa inglesa, Teorias Cínicas chega à rede livreira portuguesa no próximo dia 6 de Abril, com a chancela da Guerra e Paz. Até lá, poderá ser reservado através do site oficial da editora.

«O conhecimento é uma construção social», «a ciência e a razão são ferramentas de opressão», «todas as interacções humanas são fontes do exercício opressor do poder.» Desde o pós-modernismo francês que algumas destas teorias absurdas têm vindo a ser normalizadas e infiltradas na opinião pública por académicos activistas que julgam ter a receita para uma sociedade mais justa e paritária, particularmente no que diz respeito a questões de raça, género, sexo e sexualidade.

Segundo a ensaísta Helen Pluckrose e o matemático James Lindsay estes movimentos assumem uma visão do mundo dogmática «que coloca as mágoas sociais e culturais num lugar de destaque, transformando tudo numa luta política de soma zero à volta de marcadores identitários». Os dois autores britânicos desmontam estes movimentos de extremistas de «cancelamento cultural» no livro Teorias Cínicas, um ensaio de grande fôlego que levanta questões e analisa, com racionalidade, a inconsistência das teorias identitárias, que ameaçam a democracia liberal.

«Estes, nos limites da nossa esquerda, não só avançam a sua causa através de estratégias revolucionárias que rejeitam abertamente o liberalismo como uma forma de opressão, mas também o fazem por meios cada vez mais autoritários, procurando estabelecer uma ideologia fundamentalista profundamente dogmática sobre como as sociedades devem ser organizadas.»

Teorias Cínicas é um apelo à honestidade intelectual e uma defesa da liberdade de expressão, num tempo em que as imposturas tomam lugar nos extremos do espectro político-ideológico. Segundo Steven Pinker, professor de psicologia na Universidade de Harvard «este livro expõe as raízes intelectuais surpreendentemente superficiais dos movimentos que parecem estar a engolir a nossa cultura.»

O ensaio foi aclamado pela crítica em Inglaterra, aquando do seu lançamento em Agosto de 2020, e foi considerado «Livro do Ano» para muitos órgãos de comunicação social britânicos. Chega agora a Portugal numa edição Guerra e Paz, com tradução de João Luís Zamith.

Teorias Cínicas poderá ser encontrado, a partir do dia 6 de Abril, nas livrarias de todo o país e desde já, através de pré-venda, no site da editora.

Não Ficção / Ciências Sociais
344 páginas · 15x23 · 18,00 €
Guerra e Paz, Editores
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