"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

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Honrando a vida que lhe foi concedida

Richard Zimler encerra o díptico A Aldeia das Almas Desaparecidas com o volume Aquilo que procuramos está sempre à nossa procura. 

A espera dos leitores terminou. Exatamente cinco meses volvidos sobre a publicação de A Aldeia das Almas Desaparecidas I – A floresta do avesso, Richard Zimler revela o segundo e último capítulo desta saga histórica a que dedicou tantos anos de investigação. A Aldeia das Almas Desaparecidas II – Aquilo que procuramos está sempre à nossa procura é um romance arrebatador, onde coexistem amor, traição, sacrifício e coragem. Uma narrativa ímpar dos horrores da Inquisição, que eleva o autor ao pódio dos maiores contadores de histórias. Para o protagonista Isaaque Zarco, agora com dezassete anos, nada voltará a ser igual. A busca de si mesmo, da sua individualidade, da sua fé e do seu lugar no mundo levam-no a entender algo importante: a certeza de que fez tudo o que estava ao seu alcance para honrar a breve vida que lhe foi concedida. 

O livro já se encontra em pré-venda e estará disponível nas livrarias a 30 de março de 2023. 

SOBRE O LIVRO
A aldeia das almas desaparecidas II - Aquilo que procuramos está sempre à nossa procura
Depois dos desesperados esforços para salvar a avó Flor do Fogo de Santo António que dizimava Salamanca, Isaaque Zarco regressa ao Porto, onde retoma o seu trabalho como assistente de alfaiate e participa ainda mais ativamente nos serviços da sinagoga clandestina da cidade. A pacatez dos seus dias, porém, é interrompida quando, já com dezassete anos, recebe uma carta da filha adotiva de Flor, Sálvia, informando-o de que a velha curandeira foi presa pelo Santo Ofício. Isaaque vê-se então mergulhar num mundo pérfido repleto de traições, que culminam no terrífico auto de fé de Madrid, de 1680. Pior do que tudo, fica a saber que, sob tortura, a velha curandeira denunciou outros dois amigos como judeus secretos. Será ele capaz de os salvar, correndo o risco de ser preso?

Ver primeiras páginas  

Título: A Aldeia das Almas Desaparecidas II - Aquilo que procuramos está sempre à nossa procura
Autor: Richard Zimler
Tradução: Inês Fraga e Luís Santos
Páginas: 568
PVP: 22,20€  

CRÍTICAS 

«As almas desaparecidas deste livro não são apenas as vítimas do Santo Ofício em Castelo Rodrigo. São as invisibilidades que atravessam esta narrativa. Desaparecimentos de ontem que são tantas vezes escondidos hoje. O abandono familiar que não se partilha. A violência doméstica testemunhada que não se conta. A orientação sexual que se esconde. O abuso que se sofre sozinho. A deficiência que se enjeita. A religião que não se pratica abertamente. No século XIII e hoje.»
João Costa, Ministro da Educação

«Este livro marca um regresso à família Zarco, que projetou o autor na literatura e que nos posiciona nos dramas de sempre, porque inerentes à condição humana. […] Um livro que vira o leitor do avesso […] não imagino melhor elogio.»
Sandra Sousa, RTP2

«O ambiente narrativo criado por Zimler é de tal forma mágico que por vezes se lê este romance histórico como se fosse uma saga de fantasia. […] Com recurso a nomes reais, datas de prisão e outros detalhes sobre os aldeãos levados pela Inquisição, Zimler apresenta um trabalho exaustivo de pesquisa que torna este romance uma obra magistral e um testemunho inigualável.»
Paulo Serra, Cultura Sul

«Este romance é um contributo para combater a intolerância religiosa… Passa-se no século XII mas, infelizmente, muitas destas questões voltaram a estar na ordem do dia.»
Ana Daniela Soares, Todas as Palavras (RTP3)

«[O narrador] Isaaque é uma personagem fabulosa. E o Samuel e a avó Flor… são duas personagens pelas quais acho inevitável todos os leitores se apaixonarem.»
José Mário Silva

SOBRE O AUTOR

Richard Zimler
Nasceu em 1956 em Roslyn Heights, um subúrbio de Nova Iorque. Fez um bacharelato em Religião Comparada na Duke University e um mestrado em Jornalismo na Stanford University. Trabalhou como jornalista durante oito anos, principalmente na região de São Francisco. Em 1990 foi viver para o Porto, onde lecionou Jornalismo, primeiro na Escola Superior de Jornalismo e depois na Universidade do Porto. Tem atualmente dupla nacionalidade, americana e portuguesa. Desde 1996, publicou doze romances, uma coletânea de contos e sete livros para crianças. A sua obra encontra-se traduzida para 23 línguas. 

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