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Fatídicos momentos de vidas comuns

Livros do Brasil publica Pastagens do Céu, o 17.º título de John Steinbeck na coleção Dois Mundos.

Histórias de anseios e ilusões, fracassos e fragilidades, que, a partir de uma comunidade, põem em perspetiva o ideal americano. Pastagens do Céu – cujo título é roubado à paisagem de Coral de Tierra, em Monterey, na Califórnia – narra, num misto de humor e pungência, as existências interligadas das gentes que, procurando uma vida melhor, se mudaram para aquele vale soalheiro. Neste livro segmentado em 12 capítulos – que podem ser lidos de forma autónoma, como se de contos se tratasse –, John Steinbeck realça tanto o encanto quanto a crueza dos pequenos, mas fatídicos momentos, que transformam as vidas comuns. No fundo, o embrião do realismo literário que viria a marcar toda a sua carreira.

O livro já se encontra em pré-venda.

SOBRE O LIVRO
Pastagens do Céu
Bert Munroe e a maldição que corre sobre a sua quinta. O Tubarão Wicks e os registos escrupulosos de investimentos imaginários. Junius e Robbie Maltby de pés descalços na terra. As irmãs Rosa e Maria Lopez e as suas irresistíveis enchiladas. Pat Humbert e uma sala de revista. A casa construída para várias gerações da família Whiteside. Todos eles habitam Pastagens do Céu, uma localidade de terrenos e sonhos férteis, que a partir do final do século XVIII foi tomando forma num vale da Califórnia. As suas vidas entrecruzam-se ao longo dos doze capítulos deste livro, segunda obra publicada por John Steinbeck, em 1932.

Ver primeiras páginas  

Título: Pastagens do Céu
Autor: John Steinbeck
Tradução: Tomás Ribas
Páginas: 208
PVP: 16,65€
Coleção: Dois Mundos 

SOBRE O AUTOR

John Steinbeck
Nasceu em Salinas, na Califórnia, em 1902, numa família de parcos haveres. Chegou a frequentar a Universidade de Stanford, sem concluir nenhuma licenciatura. Em 1925 foi para Nova Iorque, onde tentou uma carreira de escritor, cedo regressando à Califórnia sem ter obtido qualquer sucesso. Alcançou o seu primeiro êxito em 1935, com O Milagre de São Francisco ( Tortilla Flat na edição original), confirmado depois, em 1937, com a novela Ratos e Homens. A sua ficção está marcada por uma imensa preocupação com os problemas dos trabalhadores rurais e também por um grande fascínio para com a terra. Em 1939, publicaria aquela que, por muitos, é considerada a sua obra-prima, As Vinhas da Ira. Entre os seus livros, destacam-se ainda os romances A Leste do Paraíso (1952) e O Inverno do Nosso Descontentamento (1961), bem como Viagens com o Charley (1962), em que relata uma viagem de três meses por 40 estados norte-americanos. Recebeu o Prémio Nobel da Literatura em 1962. Faleceu em Nova Iorque, a 20 de dezembro de 1968. 
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