"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

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Ensaio de Coleman Hughes analisa radicalização da opinião pública

Terá a morte de um homem negro por um agende da PSP, na madrugada de 21 de outubro de 2024, ter sido motivada por questões raciais? Estaremos a assistir a uma «cultura de impunidade» nas polícias? Ou tudo isto não passa de puro aproveitamento ideológico e político? 

Lisboa tem estado a ferro e fogo e os tumultos motivados por esta morte, cujas circunstâncias estão por apurar, demonstram um clima de radicalização da opinião pública. Um clima que Coleman Hughes, especialista norte-americano em matérias relacionadas com a raça, políticas públicas e ética aplicada, desmonta exemplarmente no ensaio  O Fim das Políticas de Raça.

Publicado pela Guerra e Paz, o  novo ensaio da coleção «Os Livros Não Se Rendem» denuncia, numa argumentação cuidadosa, contemplativa e audaciosa, o deturpar dos ideais de Martin Luther King Jr. Segundo o autor o nosso afastamento do ideal daltónico – ser indiferente à cor da pele – iniciou uma era de medo, paranóia e ressentimento, criando uma etiqueta interpessoal draconiana.

Um livro de leitura obrigatória cuja edição, que agora se anuncia, é absolutamente inédita em Portugal, O Fim das Políticas de Raça está disponível na rede livreira nacional com o apoio da Fundação Manuel António da Mota, a Mota Gestão e Participações e a mediadora de seguros Novus Tempus.

Os Livros Não se Rendem
O Fim das Políticas de Raça
Coleman Hughes
Não-Ficção / História
216 páginas · 15x23· 18 €
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