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De volta à Belle Époque

"Gigi e outras novelas" reúne três histórias traduzidas pelo Prémio Nobel da Literatura português. 

Iniciada em 2023 pela Porto Editora, a «Escrever é Traduzir» reúne alguns dos maiores clássicos da literatura traduzidos por José Saramago entre os anos cinquenta e oitenta do século passado, que são mais uma marca do seu legado.

Depois de Anna Karénina, de Lev Tolstói, e Chéri seguido de O Fim de Chéri, de Colette, a coleção conta agora com Gigi e outras novelas, também da autoria da célebre escritora francesa.

Este volume é composto por três histórias que abordam temas do quotidiano como o amor, a dor e a procura por significado. «Gigi» retrata a vida de uma jovem de 15 anos a ser preparada para se tornar uma cortesã na Paris da Belle Époque. «O Menino Doente» descreve o delírio febril de um menino às portas da morte. Por fim, a «Senhora do Fotógrafo» explora a fragilidade humana através do relato de uma tentativa de suicídio.

O livro já se encontra em pré-venda e chega às livrarias no dia 22 de janeiro de 2026.

SOBRE O LIVRO
Gigi e outras novelas

Autora: Colette
Tradução: José Saramago
N.º de Páginas: 112
PVP: 16,65 €
Coleção: Escrever é Traduzir

Ver primeiras páginas 

SOBRE A AUTORA

Colette 
Sidonie Gabrielle Colette nasceu em 1873 em Saint-Sauveur-en-Puisaye. Aos vinte anos casa com Gauthier-Villars, autor de romances populares mais conhecido pelo nome de Willy, e vai viver para Paris. Começa a escrever o seu primeiro livro, Claudine à L’École, que, depois de corrigido pelo marido, aparecerá em 1900 apenas com o nome deste. Aproveitando o enorme êxito obtido, Willy leva Colette a escrever mais cinco romances, que serão publicados como o primeiro, sem que figure o nome da autora. Em 1906, os Willy divorciam-se e Colette, para sobreviver, faz-se artista de music-hall, mas sem deixar de escrever. É essa experiência que será aproveitada em La Vagabonde (1911). Em 1912, casa com Henri de Juvenel, escritor e homem de Estado, com quem vive até 1924. Em 1935, casa pela terceira vez, com Maurice Goudeket. Entretanto, continua a publicar os seus livros, que a foram impondo como a primeira escritora francesa dos nossos dias. Chéri (1920), Le Blé en Herbe (1923), O Fim de Chéri (1926), La Chatte (1933) e Gigi (1943) são as suas verdadeiras obras-primas. 
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