"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

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"Cartas para o Meu Eu de 2050"

Uma obra de reflexão íntima e social que aborda os desafios da juventude contemporânea, o crescimento pessoal, a saúde mental, a construção da identidade e a importância da esperança e da coragem de viver com autenticidade.

E se tivesses a coragem de escrever ao teu futuro?

Este livro não é um romance nem um diário — é um retrato íntimo e honesto de quem vive num mundo que exige mais e escuta menos. Ao longo das cartas o autor transforma as suas angústias em palavras e os silêncios em reflexões. Estas cartas não contam histórias inventadas. Contam a realidade de quem vive com o coração à flor da pele: o medo de falhar, a solidão que pesa, os sentimentos que ferem, as dúvidas sobre o corpo, a mente, o amor e o tempo.

Cada página é um espelho — inquieto, mas necessário — onde muitos se vão rever. É uma conversa do presente para o futuro. Uma forma de crescer sem precisar de ter todas as respostas. Sem heróis. Sem filtros. Sem vergonha. Destinado para quem já se perdeu por dentro e continua a procurar sentido. Para quem quer parar, respirar e talvez, reencontrar-se.

A publicação da obra está agendada para o dia 9 de fevereiro de 2026. 


Miguel Alexandre Silva Lopes nasceu a 8 de julho de 2004, em Almada. Possui uma formação técnica em Informática e Multimédia, e tem vindo a alargar os seus conhecimentos nas áreas da psicologia, do direito, da gestão e do desenvolvimento pessoal. Interessa-se por temas que cruzam o pensamento, a ação e o impacto social. Desde a adolescência o autor descobriu que a escrita era uma forma de reflexão, de questionar e de partilhar ideias que criem uma maior proximidade com as pessoas. Nos seus tempos livre, dedica-se a cultivar hábitos como: Praticar natação, ouvir música, explorar literaturas que vão desde a filosofia á literatura contemporânea e de refletir nos seus pensamentos. 

Agradecimentos
Aos meus pais, Mónica e Nuno.
Perante a surpresa de que tinha escrito um livro, nem souberam como reagir. Depois, a vossa presença e apoio foram constantes. Obrigado por acreditarem, mesmo quando eu duvidei.
À equipa da Cordel d’Prata,
Desde o primeiro contacto senti profissionalismo, proximidade e um verdadeiro cuidado com aquilo que criei. A vossa dedicação e atenção aos detalhes fizeram toda a diferença. Foi um privilégio caminhar convosco neste processo.

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