"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

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"Cartas para o Meu Eu de 2050"

Uma obra de reflexão íntima e social que aborda os desafios da juventude contemporânea, o crescimento pessoal, a saúde mental, a construção da identidade e a importância da esperança e da coragem de viver com autenticidade.

E se tivesses a coragem de escrever ao teu futuro?

Sinopse:
Este livro não é um romance nem um diário — é um retrato íntimo e honesto de quem vive num mundo que exige mais e escuta menos. Ao longo das cartas o autor transforma as suas angústias em palavras e os silêncios em reflexões. Estas cartas não contam histórias inventadas. Contam a realidade de quem vive com o coração à flor da pele: o medo de falhar, a solidão que pesa, os sentimentos que ferem, as dúvidas sobre o corpo, a mente, o amor e o tempo.

Cada página é um espelho, inquieto, mas necessário — onde muitos se vão rever. É uma conversa do presente para o futuro. Uma forma de crescer sem precisar de ter todas as respostas. Sem heróis. Sem filtros. Sem vergonha. Destinado para quem já se perdeu por dentro e continua a procurar sentido. Para quem quer parar, respirar e talvez, reencontrar-se.
Detalhes da obra

A Obra:
“Cartas Para o Meu Eu de 2050” parte de um gesto simples: escrever do presente para um futuro distante. A obra constrói um diálogo entre o “eu” de hoje e o “eu” de amanhã, num exercício de reflexão sobre aquilo que se é, e aquilo que se pode vir a ser.

Ao longo do livro surgem temas como o medo, a insegurança, os sonhos, as perdas, o tempo e a forma como as escolhas vão moldando o percurso de cada um, e com uma abordagem direta aos desafios da juventude contemporânea e na importância de viver com autenticidade. Mais do que uma tentativa de resposta, o livro assume-se como um espaço de dúvida, onde pensar é mais importante do que ter respostas.  

“Vivemos numa altura em que sentimos que temos de saber tudo desde muito cedo — quem somos, o que queremos, para onde vamos. Mas a verdade é que a maior parte de nós ainda está a tentar perceber isso”, refere o autor.  

Origem da Obra:
A origem deste projeto remonta aos 18 anos, altura em que o autor atravessava um período de indecisão pessoal. “Havia sempre aquela dúvida: e se corre mal? Será que tenho estofo para isto?”. Apesar do entusiasmo inicial, o projeto ficou suspenso.   

Só mais tarde, a 8 de junho, a um mês de fazer 20 anos, tomou a decisão que viria a mudar tudo. “Lembro-me perfeitamente do dia 8 de junho. Pensei: eu quero mesmo isto. É um dos meus sonhos. E se não fizer por mim, ninguém fará.”

Publicação:
Seguiram-se meses de trabalho até à conclusão do manuscrito, finalizado a 27 de abril de 2025. Pouco depois, no dia 16 de Maio, surgiu a aprovação do Grupo Editorial da Cordel D’ Prata. Lembro-me bem desta tarde: Assim que li o email… “Fiquei em estado choque”. Liguei logo para os meus pais, falava muito depressa, eles quase não percebiam o que eu dizia, eu chorava de alegria, olha completamente fora de mim. Houve quem dissesse “Miguel não é caso para tanto”, mas para mim era. Foi nesta tarde que percebi que afinal o incerto deu certo. recorda o autor. 

Atualmente, o livro está à venda pelo preço base de15€, com um desconto de 10%  na Wook e na Bertrand. A obra encontra-se igualmente disponível no catálogo da editora Cordel d’Prata.

Entretanto, já pode ser encomendado no site oficial da FNAC, com a possibilidade de levantamento na loja do Chiado num prazo de 24 horas. Para já, não há data prevista para a chegada às lojas físicas da FNAC nem para o lançamento em formato e-book.  

Eventos de Apresentação:
O autor já revelou, entretanto, os primeiros momentos de contacto com leitores. Vai estar presente na Feira do Livro no dia 30 de maio, pelas 11h00, e na Fnac da Alameda, no Porto, a 23 de maio, às 17h00. Para Lisboa e Tomar, novas datas deverão ser anunciadas em breve.  

Excertos:
“Escrever o ‘eu’ do futuro é um gesto quase revolucionário, uma forma de dizer: apesar do caos de hoje, acredito que há um amanhã que vale a pena ser vivido.” 

“Ao escrever para o ‘eu’ de 2050, crio uma ponte entre aquilo que somos e aquilo que podemos vir a ser. Talvez, um dia, esse ‘eu’ mais velho reconheça nestas cartas o olhar inquieto de quem, aos vinte, só queria compreender a vida, e fazer dela alguma coisa que valesse a pena.”   

 Sobre o Autor: 

Miguel Alexandre Silva Lopes nasceu a 8 de julho de 2004, em Almada. Possui uma formação técnica em Informática e Multimédia, e tem vindo a alargar os seus conhecimentos nas áreas da psicologia, do direito, da gestão e do desenvolvimento pessoal. Interessa-se por temas que cruzam o pensamento, a ação e o impacto social. Desde a adolescência o autor descobriu que a escrita era uma forma de reflexão, de questionar e de partilhar ideias que criem uma maior proximidade com as pessoas. Nos seus tempos livres, dedica-se a cultivar hábitos como: praticar natação, ouvir música, explorar literaturas que vão desde a filosofia à literatura contemporânea e refletir nos seus pensamentos. 

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