"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

Publicações

"Não há remédio para o Amor"

Traduzido do grego antigo pela primeira vez em Portugal, chega-nos um dos primeiros romances da literatura ocidental. 

Escrito por um tal Longo por volta do século II d.C., Dáfnis e Cloé tornou-se uma obra intemporal, que definiu o conceito moderno de romance, sobre uma história de amor simples e inocente que inspirou outros grandes autores — Shakespeare, Colette ou Mishima —, pintores, escultores e músicos.

Aqui, encontramos os jovens Dáfnis e Cloé, dois órfãos criados por duas famílias de pastores, enquanto passam tranquilamente os seus dias levando o rebanho a um regato de água fresca, tocando siringe ou preparando a vindima. Isto é, até serem tocados pelas flechas de Cupido, deus que ninguém sabe ao certo evitar. Nesta história de iniciação sexual, aventuras e desventuras de um casal apaixonado, descobrimos uma miríade de motivos e episódios recontados nos séculos seguintes. Esta edição conta ainda com as gravuras originais de Aristide Maillol (1861-1944), feitas para a edição francesa de Dáfnis e Cloé.

Esta obra ímpar, traduzida pela primeira vez do grego antigo por Duarte Venâncio dos Anjos, já se encontra em pré-venda e chega às livrarias a 5 de fevereiro de 2026, com uma edição da Assírio & Alvim.

SOBRE O LIVRO

Dáfnis e Cloé 
Autor: Longo
Tradução, introdução e notas: Duarte Venâncio dos Anjos
N.º de Páginas: 384
PVP: 16,65 €
Coleção: documenta poetica

Ver primeiras páginas 

SOBRE O AUTOR

Longo
De Longo, suposto autor do primeiro romance pastoral da história da literatura ocidental Dáfnis e Cloé, nada sabemos. Tudo o que podemos supor prende-se com a possibilidade de ter nascido algures no séc. II d.C., em Lesbos (que viu também florescer a famosa Safo), onde decorre a ação do seu livro. A partir do seu nome é possível ainda conjeturar que ou seria um romano a viver nessa ilha mediterrânica, ou filho de uma família grega que se romanizara a fim de se aproximar da classe dominante do império, fenómeno muito comum. E é tudo. 
Agenda
Ver mais eventos

Passatempos

Visitas
120,063,529