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Serralves mostra obras de Miró em diálogo com artistas contemporâneos

A Casa de Serralves acolhe a exposição “Afinidades eletivas: Joan Miró e a arte contemporânea na Coleção do Museu de Serralves”. Com curadoria de Robert Lubar Messeri a mostra trabalha a coleção Miró depositada em Serralves com obras de artistas como Helena Almeida, Julião Sarmento ou Ângelo de Sousa.

© José Coelho/Lusa

O título da exposição vem da química e fala da compatibilidade natural entre certos compostos. São essas “Afinidades Coletivas” que Serralves agora mostra na exposição que reúne 24 obras da Coleção Miró em diálogo com 53 trabalhos de artistas contemporâneos do acervo de Serralves.

Com curadoria de Robert Lubar Messeri, a exposição “Afinidades Coletivas: Joan Miró e a Arte Contemporânea na Coleção do Museu de Serralves” vai ocupar os dois pisos da Casa de Serralves até 10 de janeiro do próximo ano.

“A exposição toma como ponto de partida a obra de Miró das décadas de 1960 e 1970, com incursões pontuais por obras anteriores”, explica Serralves.

Com coordenação de Isabel Braga, a exposição explora além das obras da Coleção Miró do Estado Português, cedida ao Município do Porto e e depósito na Fundação de Serralves, uma seleção de obras do acervo do museu.

Entre os artistas contemporâneos escolhidos estão nomes maiores da arte portuguesa como Helena Almeida, Pedro Calapez, Luisa Cunha, Ana Hatherly, Julião Sarmento ou Ângelo de Sousa.

Dividida em nove capítulos, ‘Afinidades Coletivas’ exibe “24 pinturas, desenhos, colagens, esculturas e obras têxteis de Joan Miró, que partilham o espaço com 53 obras de artistas contemporâneos alemães, gregos, americanos, espanhóis, portugueses, belgas, chineses, italianos, suíços, catalães e dinamarqueses”.

Na exposição são mostradas várias praticas artísticas que vão “da pintura e da escultura à colagem, à instalação, à fotografia, ao vídeo e às obras multimédia, da Process Art à Arte Povera, e das desconstruções visuais dos códigos pictóricos ao Neoexpressionismo e ao questionamento da linguagem”.

Entre os nomes estrangeiros destaque para trabalhos de Marcel Broodthaers, Anselm Kiefer, Robert Morris ou Thomas Schütte. Recorde-se que a Coleção de Serralves é composta por mais de 5600 obras e inclui trabalhos de artistas contemporâneos nacionais e internacionais, refletindo as transformações políticas, sociais e culturais desde os anos 1960 até ao presente.

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por Maria João Costa in Renascença | 12 de fevereiro de 2026
Notícia no âmbito da parceira Centro Nacional de Cultura | Rádio Renascença

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