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Quando os livros são uma saudável loucura
"A Mais Bela Maldição" marca a estreia de Rui Couceiro na não ficção com uma homenagem aos leitores – «essa tribo mais ou menos rara» – cujas vidas foram irreversivelmente contagiadas pelo poder das palavras.
Criar bibliotecas em prisões, promover residências literárias, salvar livros da destruição e disponibilizá-los à comunidade: muito tem a contar quem não escapou à «bela maldição» que dá título a este tributo aos livros e aos leitores. Nas palavras de Irene Vallejo, estamos perante «Uma maravilhosa coleção de histórias literárias. Uma tapeçaria de vidas enfeitiçadas pelas letras. Um colar de histórias escritas lampejo a lampejo.»
Depois de Baiôa sem Data para Morrer e Morro da Pena Ventosa – ambos aclamados pela crítica – a Porto Editora publica agora A Mais Bela Maldição, que já se encontra em pré-venda, chegando às livrarias a 16 de abril de 2026.
SOBRE O LIVRO
A Mais Bela Maldição
Autor: Rui Couceiro
N.º de Páginas: 208
PVP: 17,75€
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SOBRE O AUTOR

Rui Couceiro nasceu no Porto, em 1984. Trabalhou no meio editorial durante duas décadas, primeiro como assessor de comunicação da Porto Editora e mais tarde como editor da Bertrand, onde criou e dirigiu durante dez anos a chancela Contraponto. Atualmente, encontra-se a comissariar o evento literário e cultural BABELL, promovido pela Fundação Livraria Lello, com o apoio da Câmara Municipal do Porto. É membro do Conselho Cultural da Fundação Eça de Queiroz e colabora com a revista Visão. Como autor, publicou, em 2022, o seu primeiro romance, Baiôa sem Data para Morrer, distinguido com o Prémio Literário Manuel de Boaventura nesse ano e finalista do Prémio Pen Club Português no ano seguinte. Em 2024, lançou o seu segundo romance, Morro da Pena Ventosa, que obteve idêntico reconhecimento dos leitores e da crítica.

