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"A Mulher Singular e a Cidade"
Provocador e profundamente tocante, um livro que é uma ode à amizade, ao amor e à vida urbana, complementando o incontornável "Vínculos Ferozes". Finalista do National Book Critics Circle Award.
Tendo como cenário Nova Iorque, A Mulher Singular e a Cidade explora os ritmos, os encontros fortuitos e as relações em constante mutação, tudo aquilo que moldou a sensibilidade de uma mulher ferozmente independente que deu corpo aos seus conflitos, não às suas fantasias, numa cidade que fez o mesmo.
A percorrer ininterruptamente o livro está a relação agitada de mais de vinte anos de Vivian Gornick com o seu melhor amigo Leonard, um homossexual sofisticado no que à sua infelicidade diz respeito, cuja amizade «lançou mais luz sobre a natureza misteriosa das relações humanas comuns do que qualquer outra forma de intimidade» por ela conhecida. A relação entre Vivian e Leonard atua como um coro grego em relação à ação principal – o contacto contínuo da narradora com merceeiros, indigentes e porteiros, passageiros de autocarro, travestis e numerosos conhecidos. Em Leonard, ela vê-se refletida sem artifícios; na rua, extrai sentido do que vê.
Nestas memórias, redigidas sob a forma de uma colagem narrativa que inclui excertos meditativos sobre o que constitui uma feminista moderna, o papel do flâneur na literatura urbana e a evolução da amizade ao longo dos últimos dois séculos, é-nos dada a ver a relação fecunda de Vivian Gornick com a cidade por excelência.
A percorrer ininterruptamente o livro está a relação agitada de mais de vinte anos de Vivian Gornick com o seu melhor amigo Leonard, um homossexual sofisticado no que à sua infelicidade diz respeito, cuja amizade «lançou mais luz sobre a natureza misteriosa das relações humanas comuns do que qualquer outra forma de intimidade» por ela conhecida. A relação entre Vivian e Leonard atua como um coro grego em relação à ação principal – o contacto contínuo da narradora com merceeiros, indigentes e porteiros, passageiros de autocarro, travestis e numerosos conhecidos. Em Leonard, ela vê-se refletida sem artifícios; na rua, extrai sentido do que vê.
Nestas memórias, redigidas sob a forma de uma colagem narrativa que inclui excertos meditativos sobre o que constitui uma feminista moderna, o papel do flâneur na literatura urbana e a evolução da amizade ao longo dos últimos dois séculos, é-nos dada a ver a relação fecunda de Vivian Gornick com a cidade por excelência.
«Uma das mais vitais e indispensáveis ensaístas do nosso momento cultural.»
PHILLIP LOPATE
«Divertido, elegíaco e sincero… Um pequeno livro com um grande impacto… O que distingue A Mulher Singular e a Cidade, porém, é a profundidade Com que Vivian Gornick sonda o âmago do sentimento. É a melhor escritora que temos sobre a amizade.»
PHILLIP LOPATE
«Divertido, elegíaco e sincero… Um pequeno livro com um grande impacto… O que distingue A Mulher Singular e a Cidade, porém, é a profundidade Com que Vivian Gornick sonda o âmago do sentimento. É a melhor escritora que temos sobre a amizade.»
THE NEW YORK TIMES
«Repleto de observações ácidas e incisivas sobre a ambivalência da vida e do amor na grande cidade.»
«Repleto de observações ácidas e incisivas sobre a ambivalência da vida e do amor na grande cidade.»
THE SUNDAY TIMES

Vivian Gornick nasceu em Nova Iorque, em 1935.
Autora de diversos livros de ensaios, memórias e biografias, é uma das lendas vivas do jornalismo feminista norte-americano.
Começou a escrever para o jornal independente The Village Voice em 1969 – onde deu voz ao movimento feminista até se tornar uma das figuras mais reconhecidas nos Estados Unidos neste campo – e, posteriormente, em publicações como o The New York Times ou a The Nation.
Da sua extensa obra, além do presente título, destaca-se o livro já publicado pela Dom Quixote Vínculos Ferozes (1987) – uma verdadeira obra-prima entre os livros de memórias, que ganhou recentemente um novo fulgor ao ser considerado pelos críticos literários do New York Times o Melhor Livro de Memórias dos Últimos 50 Anos.
Literatura Traduzida
200 páginas
16,60 Euros
ISBN: 978-972-20-8880-0
1.ª Edição: Maio 2026
Dom Quixote | Leya

Vivian Gornick nasceu em Nova Iorque, em 1935.
Autora de diversos livros de ensaios, memórias e biografias, é uma das lendas vivas do jornalismo feminista norte-americano.
Começou a escrever para o jornal independente The Village Voice em 1969 – onde deu voz ao movimento feminista até se tornar uma das figuras mais reconhecidas nos Estados Unidos neste campo – e, posteriormente, em publicações como o The New York Times ou a The Nation.
Da sua extensa obra, além do presente título, destaca-se o livro já publicado pela Dom Quixote Vínculos Ferozes (1987) – uma verdadeira obra-prima entre os livros de memórias, que ganhou recentemente um novo fulgor ao ser considerado pelos críticos literários do New York Times o Melhor Livro de Memórias dos Últimos 50 Anos.
Literatura Traduzida
200 páginas
16,60 Euros
ISBN: 978-972-20-8880-0
1.ª Edição: Maio 2026
Dom Quixote | Leya

