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"Carta de Amor de Um Imigrante ao Ocidente"
Um livro que nos alerta para o perigo de esquecermos os valores que nos fizeram chegar aqui.
«Ainda me lembro do dia em que cheguei ao Reino Unido com uma maravilhosa sensação de promessa e expectativa. Vinte e cinco anos depois, essa sensação de liberdade nunca desapareceu. Nem o meu país adoptivo alguma vez me desapontou. Apesar de todos os altos e baixos, sempre foi maravilhoso para mim. Foi por isso que escrevi esta carta de amor à civilização ocidental.»
Carta de Amor de Um Imigrante ao Ocidente, de Konstantin Kisin, é um livro divertido, provocador e perspicaz que questiona o crescente sentimento de aversão ao Ocidente que a sociedade ocidental tem vindo a adoptar. Kisin oferece uma perspectiva alternativa.
Apesar de todas as falhas do Ocidente, este tem pontos positivos e Konstantin Kisin sabe bem disso.
Tendo crescido na União Soviética, vivenciou em primeira mão os horrores do paraíso comunista que deu para o torto e só depois de se mudar para o Reino Unido é que percebeu o que era prosperar numa sociedade aberta e tolerante, usufruindo de oportunidades que antes lhe estavam vedadas.
Explorando temas como a política racial, a liberdade de expressão, a imigração e muito mais, Kisin defende que, apesar de todas as suas coisas boas e todas as suas coisas más, o Ocidente continua a ser um dos melhores lugares para se viver no mundo.
Afinal, se um imigrante não pode professar publicamente o seu apreço pelo país que o acolheu, quem pode?

Konstantin Kisin nasceu em Moscovo, na União Soviética, em 1982, tendo uma herança cultural diversificada, uma vez que o pai é russo, a mãe é ucraniana e tem ascendência grega e judaica. Emigrou para o Reino Unido aos 13 anos, sendo escritor, comentador político e social, co-apresentador do podcast e programa do YouTube «TRIGGERnometry», e comediante. Kisin é presença habitual em programas de televisão e rádio britânicos e americanos, nos quais debate temas na vanguarda da guerra cultural moderna, da liberdade de expressão à imigração e integração, passando pelo «declínio do Ocidente» e pelo tribalismo e wokismo, escrevendo para publicações como o Daily Telegraph, o Spectator, a Tablet Magazine, a Quillette e a Standpoint, e publicou agora o seu primeiro livro, Carta de Amor de Um Imigrante ao Ocidente.
Categoria(s): Não Ficção, Política e Actualidade
Nº de Páginas: 200
Ano de Edição: Julho 2026
ISBN: 978-989-576-439-6
Formato:15x23
Capa: Brochada
Tradutor: Pedro Teixeira Neves
Guerra & Paz

