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Dos tesouros nacionais aos monumentos: Ministério da Cultura lança site de visitas virtuais ao património
São 67 visitas virtuais a 90 espaços patrimoniais, como o Mosteiro da Batalha, a Sé de Évora, o Palácio Nacional de Mafra, a Fortaleza de Sagres ou o Museu Nacional da Música.
Está disponível o portal que permite fazer visitas virtuais a museus, monumentos, palácios e sítios arqueológicos, além de aceder a bens culturais digitalizados. O 360.patrimoniocultural.gov.pt foi lançado no sábado, dia 18 de julho, pelo Ministério da Cultura.
"É um projeto que coloca o conhecimento, a história e a identidade do nosso país ao alcance de todos, independentemente da sua localização geográfica, enquanto reforça a preservação e a transmissão deste legado às gerações futuras", afirmou a ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, citada em comunicado.
De acordo com o ministério, o portal foi concebido para tornar o acesso ao património cultural mais simples e envolvente, dirigindo-se a investigadores, professores, estudantes e ao público em geral. A plataforma permite pesquisar conteúdos por tema, localização ou período histórico.
A ministra considera que a iniciativa representa um passo importante na democratização do acesso à cultura e na valorização do património português. Na visão da ministra, o projeto "coloca o conhecimento, a história e a identidade do nosso país ao alcance de todos, independentemente da sua localização geográfica, enquanto reforça a preservação e a transmissão deste legado às gerações futuras".
Atualmente, o portal reúne 232 tesouros nacionais e disponibiliza 67 visitas virtuais a 90 espaços patrimoniais, distribuídos por 45 concelhos de 17 distritos. Entre os locais disponíveis encontram-se o Mosteiro da Batalha, a Sé de Évora, o Palácio Nacional de Mafra, a Fortaleza de Sagres e o Museu Nacional da Música.
A digitalização destes conteúdos já estava disponível desde abril, mas encontrava-se repartida por diferentes plataformas. Só agora foi lançado o portal que reúne todo o acervo num único espaço. O projeto recorreu a técnicas de fotografia de alta resolução, fotogrametria, laser scanning e modelação 3D e foi financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
por Amanda Lima in Diário de Notícias | 18 de julho 2026
Notícia no âmbito da parceria Centro Nacional de Cultura | Jornal Diário de Notícias

