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As empresas estão realmente a preparar-se para o futuro ou limitam-se a dizer que inovam?

Depois de três décadas a trabalhar com organizações de diferentes setores, Rui Coutinho questiona algumas das ideias mais instaladas sobre inovação e apresenta soluções reais para o futuro das empresas.

A “capacidade de criar e fazer diferente” tornou-se um discurso quase obrigatório nas empresas. Geram-se novos departamentos, multiplicam-se projetos, adotam-se novas ferramentas. Mas uma organização pode fazer tudo isso e continuar exatamente igual. Se Darwin fosse CEO, de Rui Coutinho, põe essa aparente vitalidade à prova e pergunta até que ponto uma empresa continua realmente preparada para evoluir. Ao longo de três décadas, o autor acompanhou empresas em diferentes momentos e percebeu que grande parte das organizações bem-sucedidas perdem essa aptidão para inovar muito antes de, efetivamente, alcançarem novos patamares de mudança. O problema, defende, é confundir iniciativas de mudança com competências que deveriam estar enraizadas no ADN da empresa. Só algumas organizações conseguem verdadeiramente desenvolver uma cultura empresarial que as torne preparadas para os desafios do futuro.

Rui Coutinho deu a essa capacidade o nome de Metabolismo de Inovação. O modelo nasceu do trabalho desenvolvido em mais de uma centena de projetos e procura perceber o que permite a uma organização continuar a aprender quando as condições à sua volta mudam. Atual responsável pela inovação no Grupo Mota-Engil e Diretor Executivo do Ecossistema de Inovação da NOVA SBE, tendo também passagem pela Porto Business School, o autor leva para Se Darwin fosse CEO uma pergunta que conhece do terreno: quantas empresas descobrem que perderam a capacidade de mudar quando já é demasiado tarde?

SOBRE O LIVRO
Título: Se Darwin fosse CEO
Autor: Rui Coutinho
N.º de Páginas: 304
PVP: 18,85€ 

SOBRE O AUTOR

Rui Coutinho
Acredita que o futuro raramente pertence aos mais fortes, aos maiores ou aos mais inteligentes. Pertence, quase sempre, aos que conseguem adaptar-se. Nos últimos 30 anos, trabalhou com organizações de diferentes geografias e setores, observando como nascem, crescem, estagnam e se reinventam. Foi nesse percurso que percebeu que a inovação não é um departamento, uma tecnologia ou um momento de inspiração: é uma capacidade biológica das organizações, um metabolismo. Professor, executivo, investigador e orador internacional, Rui divide o seu tempo entre a liderança da inovação no Grupo Mota-Engil, a investigação académica e o trabalho com líderes que procuram construir organizações preparadas para um mundo em permanente mudança. Foi diretor-executivo na Nova SBE e na Porto Business School, fundador da Porto Design Factory e liderou mais de uma centena de projetos de inovação com organizações de diferentes setores. Filho e neto de serralheiros, continua a acreditar que construir é a forma mais concreta de imaginar o amanhã. 
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