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Hernán Díaz imagina o futuro da humanidade
Depois de conquistar o Prémio Pulitzer com Confiança, o autor regressa com uma história visionária sobre um mundo em transformação.
Num cenário futurista, a energia tornou-se um bem precioso e a protagonista, uma jovem que sobrevive à margem do sistema, dedica-se a roubar eletricidade da rede que ainda subsiste, armazenando-a em baterias concebidas por si e vendendo-a no mercado negro, sobretudo para alimentar concertos da cena musical alternativa. Porém, a sua existência sofre uma reviravolta inesperada quando é intercetada e envolvida numa experiência científica de proporções extraordinárias, capaz de alterar a própria estrutura da realidade.
Com uma imaginação literária única, o autor oferece uma narrativa que ultrapassa as fronteiras da ficção especulativa, questionando a organização do mundo, a relação entre humanidade e tecnologia e os limites daquilo que entendemos como real.
Depois de revisitar o passado americano em Ao longe e Confiança, romance distinguido com o Prémio Pulitzer de Ficção em 2023, Díaz volta a surpreender com uma obra que combina reflexão filosófica, inquietação científica e uma profunda sensibilidade humana.
Publicado pela Livros do Brasil, chancela do Grupo Porto Editora, o romance chega às livrarias a 15 de outubro de 2026.
SOBRE O LIVRO
Fios
Autor: Hernán Díaz
Tradução: Alberto Gomes
N.º de Páginas: 424
PVP: 22,00€
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SOBRE O AUTOR

Hernán Díaz
Nasceu na Argentina, cresceu na Suécia e vive hoje nos Estados Unidos da América. Publicou em 2017 o seu primeiro romance, Ao longe, com o qual venceu o Prémio William Saroyan e foi finalista do Pulitzer e do PEN/Faulkner. Distinguido com o Prémio Whiting para ficção em 2019, Díaz recebeu ainda uma bolsa da New York Public Library’s Cullman Center para académicos e escritores e uma bolsa Guggenheim para ficção. O seu segundo romance, Confiança, venceu em 2022 o Prémio Kirkus, foi selecionado para o Prémio Booker e entrou nas listas dos melhores livros do ano das mais prestigiadas publicações. Em 2023, foi distinguido com o Prémio Pulitzer de ficção e no ano seguinte foi eleito um dos 100 melhores romances do século XXI pelo jornal The New York Times. Está traduzido para mais de trinta línguas.

