Notícias
Tsunamiz desafia o conformismo em "Soft Skills"
O músico e produtor português apresenta o quarto single de antecipação de Apocalypsing , o seu nono álbum de estúdio, com lançamento marcado para o dia 2 de dezembro.
Com uma boa dose de sarcasmo e humor negro, Tsunamiz questiona uma sociedade que frequentemente valoriza a obediência e a capacidade de adaptação em detrimento da autenticidade.
O próprio título encerra uma provocação: num mundo cada vez mais obcecado com as chamadas soft skills — competências interpessoais e comportamentais consideradas essenciais para o sucesso profissional —, o artista responde com uma declaração de independência e insubmissão.
Mas a rebeldia não surge sem contradições: entre referências à procrastinação, momentos de autodepreciação e declarações de liberdade individual, a canção revela também um sentido de humor corrosivo, sintetizado no refrão: “I ain't your goddamn bellboy”.
Assente em batidas electrónicas, guitarras rock e melodias vocais marcantes, “Soft Skills” alia intensidade rítmica a uma forte componente melódica. A canção reflete a filosofia criativa de Tsunamiz: explorar livremente diferentes sonoridades e influências, colocando sempre a composição e a força das melodias acima das convenções de género.
O single é acompanhado por um videoclipe que reúne imagens de uma atuação de Tsunamiz no Village Underground, em Lisboa, captadas por Bruno Bernardino (UNHOLY-OMEGA), e da performance do Trash Circus. A montagem aproxima os dois universos performativos, privilegiando a intensidade das atuações ao vivo e a sua ligação à energia irreverente da canção.
“Soft Skills” está disponível nas principais plataformas digitais.
Biografia curta
Tsunamiz é um artista, compositor e produtor português que funde rock alternativo e música eletrónica numa identidade sonora fluida e imprevisível. Assente numa forte ética DIY, o seu trabalho oscila entre texturas psicadélicas, batidas eletrónicas e energia crua guiada pela guitarra, sempre orientado pelo instinto e pelo foco melódico. Ao longo de um catálogo de lançamentos em crescimento, tem vindo a afirmar uma voz própria que rejeita fronteiras de género em favor da experimentação, da emoção e da transformação.

