"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

Teatro e Dança

Engolir Sapos

O espetáculo sobre preconceitos e sapos de loiça será transmitido no dia 2 de julho, pelas 21h00, pelo facebook do Teatro Municipal Baltazar Dias. 

29 Jun a2 Jul

Online
Preço
Entrada livre

No âmbito desta apresentação, a Amarelo Silvestre irá participar na Conversa "Estereótipos e Preconceitos", promovida no dia 29 de Junho, pelas 17h00, pelo Teatro Municipal Baltazar Dias. Poderá assistir à conversa através da página de facebook do Teatro Municipal Baltazar Dias ( www.facebook.com/TeatroMunicipalBaltazarDias/).

E porque não há duas sem três, nos dias 30 de Junho e 1 de Julho, pelas 15h00, a Amarelo Silvestre promove sessões da Oficina de Filosofia "Anatomia do Diferente", com Leonor Barata, para seniores (sessão do dia 30 de Junho) e para famílias (sessão do dia 1 de Julho). 

A inscrição é gratuita e poderá ser efectuada através do email teatro.municipal@cm-funchal.pt Ver sinopse da oficina em baixo. 

"Engolir Sapos" é uma co-produção Teatro Viriato, Teatro Municipal do Porto e Centro de Arte de Ovar, onde já foi apresentado, para além das apresentações no Projecto 23 Milhas, Teatro Virgínia, no Cine-Teatro de Torres Vedras e no Auditório dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim.
Segue sinopse do projecto e ficha técnica detalhada em baixo. Para informações mais detalhadas, consultar https://www.amarelosilvestre.com/Engolir-Sapos

“Engolir Sapos” é uma reflexão artística sobre preconceitos e sapos de loiça.
Em Portugal, existem entre 40 e 60 mil ciganos, uma minoria entres as maiorias. Em Portugal, existem entre centenas e milhares de sapos de loiça em estabelecimentos comerciais, uma minoria entre as maiorias dos produtos expostos. Os sapos existem para decorar. E para afastar. Ciganos.
Quem somos nós que expomos sapos, quem somos nós que tememos sapos, quem somos nós?
Em palco estarão Pai e Filha.

Ficha artística e técnica
Encenação Rafaela Santos
Dramaturgia Fernando Giestas
Interpretação Amélia Giestas e Ricardo Vaz Trindade
Música Ricardo Baptista
Desenho de Luz Jorge Ribeiro
Cenografia e Figurinos Henrique Ralheta
Apoio ao Movimento Leonor Barata
Apoio à Dramaturgia Jorge Palinhos
Assistente de Cenografia Carolina Reis
Registo Vídeo Eva Ângelo
Imagem do Projecto Rosário Pinheiro
Produção Executiva Susana Rocha, Benedicte Garrido
Gestão Administrativa Paula Trepado

Criação Amarelo Silvestre
Co-produção Amarelo Silvestre, Teatro Viriato, Centro de Arte de Ovar e Teatro Municipal do Porto
Residências Artísticas Teatro Viriato, As Casas do Visconde, Centro de Arte de Ovar, Citemor, Projecto 23 Milhas e ZDB
Parcerias Olho Vivo/Viseu e As Casas do Visconde
Apoio República Portuguesa – Cultura/Direção-Geral das Artes
Duração 60 minutos
Classificação etária M/12

Sinopse da Oficina
Em "Anatomia do Diferente" pretende-se debater de forma livre, sem um guião fechado à priori, sem conclusões previamente definidas, o que é que temos em nós de preconceitos. Quais foram os mecanismos da sua apropriação? O debate, sempre contraditório, será realizado através de jogos livres de associação e de pergunta-resposta, com orientação de Leonor Barata.
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