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Rodrigo Amado orienta workshop em Mondim de Basto

No próximo sábado, dia 4, às 18 horas, Rodrigo Amado orienta um workshop de fotografia em Mondim de Basto, no âmbito do programa de Residências Artísticas do projeto AMAR O MINHO, uma iniciativa promovida pelo consórcio MINHO IN, constituído pelas Comunidades Intermunicipais do Alto Minho, Ave e Cávado.

4 Jul   |  18h00

Mondim de Basto
Praça Filipa de Lencastre, 22 - sala 21
Mondim de Basto
Preço
Entrada livre

“Aprender a ver com a objetiva” é o repto deste workshop, durante o qual o conhecido músico percorrerá vários locais do município de Mondim de Basto, ensinando aos participantes como tirar partido das máquinas fotográficas. De inscrição gratuita, mas com lugares limitados, o workshop é a primeira das ações que o artista desenvolverá naquele concelho, onde estará em residência artística durante a primeira quinzena de julho e que culminará com um projeto expográfico, a anunciar brevemente.

Reconhecido internacionalmente como um dos principais nomes do jazz de vanguarda Europeu, com uma extensa discografia e artigos publicados sobre a sua música em publicações de referência como o Village Voice, nos Estados Unidos, a The Wire, no Reino Unido, ou a Folha de São Paulo, no Brasil, Amado desenvolve uma forte ligação entre música e fotografia, ligação que ganha particular significado na edição dos álbuns “Surface”, dedicado a Stephen Shore, “Searching for Adam”, cujos concertos no grande auditório da Culturgest e na Casa da Música integraram a projecção de imagens da série fotográfica com o mesmo nome, ou “A History of Nothing”, a sua mais recente série fotográfica.

Após a intervenção artística de Mónica Mindelis, em Guimarães, na escadaria agora batizada de “Amanhecer”, e de Xana Abreu que pintou, na Casa da Juventude, em Vila Nova de Famalicão, um mural inspirado no surrealismo português, cabe agora a Rodrigo Amado habitar, viver, sentir e olhar o território e recriá-lo com a mestria fotográfica que tão bem o caracteriza.

Helena Mendes Pereira, diretora da zet gallery, é a curadora responsável pelas áreas da arte em espaço público, artesanato e fotografia, cabendo a António Rafael, membro da banda Mão Morta, a curadoria dos projetos na área da música, dança e literatura.

Recorde-se que o projeto de residência artísticas é uma iniciativa de promoção da cultura, dos artistas e do turismo sob a marca “AMAR O MINHO , com o apoio do Norte 2020 e dos FEEI, que cria a maior rede de residências artísticas nos 24 municípios representados pelas três CIM da região, numa estratégia concertada que se destina a reforçar a identidade cultural do Minho e, desta forma a dinamizar o território do ponto de vista artístico e turístico.

Do Alto Minho ao Ave, passando ainda pelo Cávado, o programa inclui artistas, nacionais e estrangeiros, que, até junho de 2021, vão habitar o território e recriá-lo em projetos de arte em espaço público, artesanato, fotografia, música, dança e literatura.
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