"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

Exposições

Corpo-Fumo

Exposição individual da artista nipo-brasileira Juliana Matsumura, com curadoria do Colectivo Tarimba.

8 Abr a27 Abr

Espaço Cultural das Mercês, Príncipe Real
R. Cecílio de Sousa 94, 1200-100 Lisboa
Lisboa
Preço
Entrada livre

Inauguração: 15h00
quinta-feira, 8 de abril de 2021

Horário:
segunda a sexta das 14h00 às 20h00
sábados e domingos encerrados

Conversa com a Artista e Lançamento de Catálogo da Exposição:
quinta-feira, 15 de abril de 2021

Corpo-Fumo
A riqueza estética do trabalho de Juliana Matsumura apreende o olhar de imediato. A complexidade das linhas, as fronteiras construídas entre as tonalidades e as sobreposições provocadas pelo emprego de diferentes materiais são o convite perfeito para conhecer melhor o universo dessa que é uma das artistas mais completas e multidisciplinares que o Coletivo Tarimba teve a oportunidade de colaborar. A diversidade dos materiais e técnicas trabalhadas em diferentes linguagens como a gravura, o vídeo, a instalação e a fotografia dão forma a um complexo corpo de ideias que exploram as intersecções criadas pelo encontro de dualidades. Quais são os pontos de passagem entre o material e o espiritual, entre o natural e o artificial? O que acontece no limite entre memória e esquecimento, entre a luz e a escuridão, entre o início e o fim? O trabalho de Juliana Matsumura convida-nos a refletir sobre transmutações inevitáveis, sobre a impermanência das coisas e da vida, evocando relações entre temas como a natureza, a espiritualidade e a ancestralidade.

Juliana Matsumura (Mogi das Cruzes, 1993) é artista nipo-brasileira. Concluiu o Curso de Desenho do Ar. Co (2017), tendo frequentado a Licenciatura em Design Têxtil e de Moda da Universidade de São Paulo. Atualmente estuda Artes e Humanidades pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, participa do grupo de acompanhamento crítico em arte contemporânea NowHere e é membro do grupo de práticas focadas em desenho contemporâneo Risco Coletivo. O desenho é o principal meio de expressão, mas também desenvolve pesquisa em instalação e vídeo. Das exposições que participou destacam-se: GRÃO – Residência Artística na Antiga Capitania de Aveiro (2020); Surgit (individual) no NowHere; Mostra Jovens Criadores 2018 na NOVA SBE, Carcavelos (2019); Evocatório na Galeria MUTE, Lisboa (2018); Platform for Emerging Arts #18 na Leyden Gallery, Londres (2018) e Encontros do Olhar no Instituto Tomie Ohtake, São Paulo (2016). Vive e trabalha em Lisboa.

O Coletivo Tarimba é um coletivo de arte fundado em Lisboa em 2018 por oito mulheres que trabalham nas áreas das artes e humanidades. A Tarimba nasceu do desejo de promover e expor o trabalho de artistas e curadores emergentes no mundo da arte contemporânea em Portugal e além-fronteiras, envolvendo colecionadores e investigadores. A Tarimba trabalha em parceria com espaços independentes e institucionais para promover exposições e eventos e possui um programa social que envolve e inclui a comunidade local em todas as atividades promovidas.
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