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Exposições

A COLEÇÃO UTÓPICA. O Museu do Caramulo vem ao MNAA

Uma seleção de obras de elevadíssima qualidade do Museu do Caramulo - Fundação Abel e João de Lacerda, viaja até Lisboa e instala-se na Sala dos Passos Perdidos (piso 0) do Museu Nacional de Arte Antiga a partir de 18 de maio até 26 de setembro de 2021.

Natureza morta - Pablo Picasso

18 Mai a26 Set

Museu Nacional de Arte Antiga
R. das Janelas Verdes, 1249-017 Lisboa


Aproveitando o encerramento do Museu do Caramulo para a requalificação dos espaços museográficos, foi feita uma seleção das obras de arte mais emblemáticas que se conservam naquele museu, trazendo-as à fruição do público lisboeta. Procura-se assim dar a conhecer a um maior número de pessoas estas preciosidades, desconhecidas para muitos. Ao primeiro Picasso que se expôs em Portugal, juntam-se Amadeo de Souza-Cardoso, Maria Helena Vieira da Silva e Eduardo Viana, mas também belos exemplares de pintura antiga, destacando-se obras de autores como Grão Vasco, Isembrandt, Quentin Metsys e Frei Carlos. Acrescenta-se a esta seleção objetos de artes decorativas, como uma das tapeçarias da série conhecida como “à maneira de Portugal e da Índia”, raras peças de porcelana chinesa e obras de arte Namban. Este conjunto de peças é enriquecido pelas criações de jovens criadores recentemente incorporadas nas suas coleções. Incontornáveis, quando falamos de Museu do Caramulo, são os automóveis. A coleção, única em Portugal, será invocada por um exemplar, de pequenas dimensões, de um Bugatti, um dos mais belos clássicos da industrial automobilística mundial.

Nascido da ideia utópica de Abel de Lacerda (1921-1957), que em apenas quatro anos (1953-1957) reuniu uma inestimável coleção de arte, o Museu do Caramulo está instalado no centro da antiga estância de sanatórios da Serra do Caramulo (distrito de Viseu). Depois da sua morte, o projeto foi efetivamente concretizado pelo irmão, João de Lacerda (1923-2003), que o inaugurou em 1959. Ao gosto que Abel tinha pelas belas-artes, João de Lacerda juntou a sua paixão pelos automóveis “clássicos” e a excelente coleção de velocípedes que reuniu e que veio a expor em espaço próprio junto ao edifício do Museu. Simultaneamente à inauguração da exposição e assinalando o ano em que faria cem anos, será estreado o documentário sobre Abel de Lacerda, o colecionador e criador do Museu do Caramulo.


A 18 de maio, às 18h será apresentado no Auditório do MNAA o documentário «Abel de Lacerda: O Coleccionador Utópico».

No ano em que se assinalam os 100 anos sobre o nascimento do seu fundador, o Museu do Caramulo apresenta o documentário Abel de Lacerda: O Coleccionador Utópico. Este documentário de 30 minutos retrata a vida e obra de Abel de Lacerda (1921-1957), que iniciou uma colecção de obras de arte, inteiramente doadas e criteriosamente escolhidas por si, e idealizou a criação de um Museu de Arte no cimo da Serra do Caramulo.

Entrada livre limitada à capacidade da sala de acordo com as normas da DGS.

 

Sobre o Museu do Caramulo

Com quase 70 anos de existência e visitado por mais de um milhão e meio de pessoas, o Museu do Caramulo alberga no seu espólio uma coleção de arte, com cerca de 500 peças, que vai do Antigo Egipto até Pablo Picasso, uma coleção de automóveis, motos e bicicletas e uma coleção de brinquedos antigos. O Museu do Caramulo produz ainda, de forma regular, exposições temáticas e temporárias, e organiza vários eventos como o Salão Motorclássico, o Caramulo Motorfestival ou o Rider – Passeio de Motos Clássicas.

Mais informação em www.museudocaramulo.pt.

 

Visite o MNAA em segurança – CLEAN & SAFE

Os Museus, Palácios e Monumentos nacionais tutelados pela Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), onde se inclui o Museu Nacional de Arte Antiga, associaram-se à campanha do Turismo de Portugal com a atribuição do selo “Clean &  Safe” que certifica o cumprimento de todos os requisitos definidos pela Direção-Geral de Saúde.

 

COVID-19 | REGRAS PARA VISITAR O MUSEU EM SEGURANÇA
. Use sempre a máscara;
. Desinfete as mãos no início e no fim da visita;
. Ao caminhar, mantenha uma distância de 2 metros das outras pessoas;
. Família/pessoas coabitantes podem fazer a visita em conjunto (máximo de 6 pessoas);
. Evite tocar nas várias superfícies;
. Evite formar grupos;
. Siga as orientações que sejam dadas pelos funcionários.

 

Outras informações importantes
. Desinfetante de mãos de base alcoólica disponível nas entradas, no acesso às salas de exposição, loja e restaurante;
. Cadeira de rodas disponível na entrada (higienizada após cada utilização).

 

Acesso às Salas de Exposição

O acesso ao Museu está atualmente condicionado à capacidade do espaço:
- Rácio de 1 pessoa por cada 20m2;
- Distanciamento de 2 metros entre pessoas não coabitantes.

 

Restaurante

O MNAA e o seu restaurante respeitam todas as orientações e regras de higienização e prevenção previstas pela DGS - Direção Geral de Saúde. As condições de visita poderão ser alteradas em qualquer momento mediante novas orientações governamentais.


 

Sobre o Museu Nacional de Arte Antiga

Criado em 1884, o MNAA - Museu Nacional de Arte Antiga alberga a mais relevante coleção pública do país: pintura, escultura, artes decorativas – portuguesas, europeias e da Expansão –, desde a Idade Média até ao século XIX, incluindo o maior número de obras classificadas como «tesouros nacionais», assim como a maior coleção de mobiliário português. São também de grande relevância no acervo, nos diversos domínios, algumas obras de referência do património artístico mundial, não só na pintura, mas também no âmbito das suas coleções de ourivesaria, cerâmica, têxteis, vidros e ainda desenhos e gravuras.

Em exposição permanente, destaca-se a sala dedicada à história dos presépios portugueses, articulada com a Capela das Albertas, jóia do Barroco nacional, que é composta por mais de duas dezenas de obras, incluindo presépios completos e esculturas avulsas, na qual se podem encontrar desde os mais antigos fragmentos de figuras em barro até aos grandiosos conjuntos conventuais e palacianos, da autoria dos mais reputados escultores, desde o século XVI ao século XIX.

No acervo do MNAA, destacam-se os Painéis de São Vicente, de Nuno Gonçalves, obra-prima da pintura europeia do século XV, a Custódia de Belém, de Gil Vicente, mandada lavrar por D. Manuel I e datada de 1506, os Biombos Namban, do final do século XVI, registando a presença dos portugueses no Japão, Tentações de Santo Antão, de Bosch, exemplo máximo da pintura flamenga do início do século XVI, São Jerónimo, de Dürer, inovadora representação do Santo, e importantes obras de Memling, Rafael, Cranach ou Piero della Francesca. Destaque ainda para a Custódia da Bemposta, uma das mais ricas peças da ourivesaria barroca portuguesa, a escultura de Santa Ana Ensinando a Virgem a Ler, da autoria de Joaquim Machado de Castro, o mais importante escultor do período barroco português, ou a Baixela Germain, um impressionante serviço de mesa do século XVIII encomendado por D. José I à famosa oficina parisiense de Thomas Germain, o ourives de Luís XV.

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