"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

Teatro e Dança

"Apatia" de Mariana Fonseca

Um comboio, em andamento, com cinco pessoas dentro, fica sem travões. Existem dois desfechos possíveis para esta viagem e estão ambos nas tuas mãos - Matar ou deixar morrer?

Foto de Catarina Lobo

16 Jun   |  20h00

Teatro Municipal Pax Julia
Largo de São João, 7800 Beja

25 Jun   |  20h00

Teatro Extremo
R. Serpa Pinto 16, 2800-050
Almada

7 Out a8 Out

Palácio do Bolhão
Rua Formosa, 342/346, 4000-249 Porto

12 Out

Devir Capa
Rua Frei Lourenço de Santa Maria nº 4 e 6 8000-352
Faro

26 Nov

Fábrica das Ideias
Rua Prior Guerra, 3830-711 Gafanha da Nazaré

3 Dez

Teatro Diogo Bernardes
Rua Agostinho José Taveira, 4990-072 Ponte de Lima


APATIA
é o novo espetáculo de Mariana Fonseca, a partir de um texto original de sua autoria. O espetáculo, com uma forte componente física, protagonizado pelos atores Daniel Viana e Sandra Pereira, inclui ainda um Coro composto por 4 atores inspirado pela obra "Os Velhos Também Querem Viver", de Gonçalo M. Tavares.  

Há vestígios. Vestígios. Vestígios de carne no ar. Vestígios de carne crua a pairar. Vestígios de carne crua, fresca, a volitar. Vestígios da vulva. Vestígios da vagina. Vestígios da virilha. Vestígios da vesícula. Vestígios do ventrículo. Vestígios. Vestígios a vadiar. Vestígios a vaguear. Vestígios MEUS a voar. Vestígios. Para a menina, para o menino e para quem os apanhar. (excerto de APATIA, de Mariana Fonseca) 

Os facilitismos adjacentes a uma dita geração millenial, traduzidos em oportunidades low-cost e tecnologias de informação e comunicação que respondem à velocidade de um clique, promotores de um silencioso adormecimento generalizado, cimentaram a urgência em edificar APATIA, um projeto que, ao contrário do que o título indica, propõe ação.

O espetáculo, que, em certa medida, poderá colher influência do que o teórico alemão Hans-Thies Lehmann designa como “teatro-radiofónico”, reitera a estética que a jovem criadora tem vindo a explorar desde 112 - O Jantar Está Mesmo Quase, um projeto que mereceu a atenção de diversos agentes culturais e onde se apresentava uma reflexão sobre a precariedade com que os jovens atores recém-licenciados se deparam após terminarem os seus estudos.

O espetáculo, coproduzido por teatromosca, estreou o ano passado no CAL - Primeiros Sintomas, em Lisboa, e, este ano, ao abrigo da DGArtes estará em circulação nacional a partir de junho de 2021.

Ficha artística e técnica
CRIAÇÃO (TEXTO E ENCENAÇÃO): MARIANA FONSECA
DIREÇÃO DE MOVIMENTO E INTERPRETAÇÃO: RAFAEL BARRETO DIREÇÃO MUSICAL: JOANA BRITO SILVA
DESENHADOR DE LUZ: MANUEL ABRANTES
INTERPRETAÇÃO: BEATRIZ BAPTISTA, DANIEL VIANA, JOÃO GAMORY, JOÃO PEDRO LEAL, RAFAEL BARRETO E SANDRA PEREIRA
CENOGRAFIA: PEDRO SILVA
MÚSICA ORIGINAL: JOÃO GAMORY
OPERAÇÃO TÉCNICA: JANAINA GONÇALVES
PRODUÇÃO: MARIANA FONSECA E JOANA BRITO SILVA
FOTOGRAFIA: CATARINA LOBO, JOÃO PEDRO LEAL E VITORINO CORAGEM
VÍDEO: TIAGO DURÃO E JOÃO PEDRO LEAL
CARTAZ: RITA FONSECA
COPRODUÇÃO: TEATROMOSCA E LOBBY TEATRO
PARCEIROS: BAAL17, BYFURCAÇÃO - ASSOCIAÇÃO CULTURAL, 23MILHAS - ÍLHAVO, TEATRO EFÉMERO, COLECTIVO WAREHOUSE
ESTA CIRCULAÇÃO TEM COM O APOIO DA DGARTES

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