"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

Teatro e Dança

ECLIPSE: MUNDO, de Paz Rojo - MOSTRA ESPANHA

ECLIPSE: MUNDO propõe um dispositivo de dissociação audiovisual em que a dança aparece como um vazio, uma separação, uma retirada e um abandono, que é a origem etimológica da palavra “eclipse”. 
 

11 Set

Fundação Serralves
Avenida Estados Unidos da América 12, 7 ESQ.
Porto
Preço
Entrada livre

Como se fosse uma coreografia interrompida pela sua própria preparação, trata-se de uma dança que, apesar de não querer nada, faz alguma coisa. Convertida num baixo contínuo, numa ruína, num murmúrio, esta dança procura por si própria outro ponto de partida, outra forma de dançar novamente. A performance é acompanhada pelo livro To Dance in The Age of No-Future, escrito por Paz Rojo (publicado pela Circadian, Berlim, 2019).

FICHA ARTÍSTICA
Dirigido por: Paz Rojo.
Desenho de som: Fran MM Cabeza de Vaca
Dança: Oihana Altube, Arantxa Martínez, Jaime LLopis, Paz Rojo, Ricardo Santana
Desenho de luzes: Carlos Marquerie
Figurinos: Jorge Dutor
Coordenação técnica: David Benito
Assistência de som: Adolfo García
Fotografia e trailer: Emilio Tomé
Com o apoio de: Uniarts (Universidade de Artes de Estocolmo) Suécia; Naves Matadero – Centro Internacional de Artes Vivas e Ayuntamiento de Madrid.

Paz Rojo (1974, Madrid). Durante mais de uma década, pesquisou a produção de dança que extravasa o quadro de produção de valor capitalista. É doutorada em filosofia da dança e artes performativas, com especialização em coreografia, pela Stockholm University of Arts. O seu trabalho foi desenvolvido através de corografia, texto, audiovisual, comissariado e dispositivos coletivos e experimentais.



7ª Edição de O Museu como Performance (11-12 setembro 2021)

O Museu como Performance volta a Serralves em setembro para a sua 7ª edição. Mais um passo para afirmar o lugar da performance no espaço museístico, mas também para o seu questionamento. Em tempos de negociações dramáticas sobre a presença, causadas e ampliadas pela crise sanitária, pelas emergências ambientais e pelas fricções sociopolíticas que somatizam as dores crescentes dos ideais cosmopolitas a uma escala global, a performance oferece uma possibilidade e um campo para a reflexão e experimentação, para a confluência e tensão, cuja urgência parece incontornável.

Este programa, mais uma vez, traz um grupo de artistas e trabalhos que oferecem uma rede de encontros e interseções disciplinares que incluem performance, ações, dança, música e instalações. Os artistas participantes desta edição são os seguintes: COLETIVO LOA (PT), GUILLEM MONT DE PALOL (ES) & MIGUEL PEREIRA (PT), INÊS TARTARUGA ÁGUA (PT), JACK SHEEN (UK), MARGHERITA MORGANTIN (IT), PAZ ROJO (ES), ROGÉRIO NUNO COSTA (PT).

Comissariado: Cristina Grande, Pedro Rocha, Ricardo Nicolau.

Agenda
Ver mais eventos

Passatempos

Visitas
63,955,141
>