"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

Exposições

“A Couple Of Structuring And Liquid Things”

A zet gallery apresenta uma exposição que reúne obras dos portugueses Acácio Viegas, André Rangel, Carla Gaspar, Henrique Palmeirim Lázaro, João Dias e Martinho Costa e do brasileiro Christian Baes, e que homenageia o sociólogo polaco Zygmunt Bauman, a partir do seu conceito “base de modernidade líquida”.

3 Out a15 Jan

Zet Gallery
Rua do Raio, 175 B 4710-923
Braga
Preço
Entrada livre

A seleção dos artistas, que materializa a última exposição da programação da zet gallery para 2021, reflete alguns dos pressupostos que têm marcado a atividade curatorial da galeria.

“Temos privilegiado cruzamentos disciplinares e de gerações de artistas, sem complexos com a, aparente, maior ou menos notabilidade de uns e de outros e procurando, acima de tudo, que esta continue a ser uma casa que cuida e promove aqueles que acolhe como seus artistas”, assinala Helena Mendes Pereira, diretora da zet gallery e curadora da exposição. A responsável acredita “que a Arte pode (e vai) mudar o mundo e que o contacto com a produção artística potencia reflexões essenciais sobre o mundo que nos rodeia, incitando-os a pensar e despertando o ativista em cada um de nós”.

Sobre a exposição “A COUPLE OF STRUCTURING AND LIQUID THINGS, que estará patente até 15 de janeiro de 2022, a curadora avança que “é um projeto artístico que desafia os artistas para uma reflexão sobre os tempos e espaços líquidos da pós-modernidade habitada e sobre o equilíbrio quotidiano entre os binómios instabilidade/estabilidade, luz/sombra, ruído/silêncio, artesanal/industrial, caos/ordem, Liberdade/servidão”. A exposição é assim uma homenagem a Zygmunt Bauman e, em simultâneo, um exercício curatorial que procura aproximar-se da filosofia, afirmando a Arte como pensamento, ação e estética.

A COUPLE OF STRUCTURING AND LIQUID THINGS é uma aposta que transforma totalmente o espaço da galeria, com sete projetos que incluem luz, som e expansão da fotografia em propostas que implicam a participação do espetador, o que contrasta com o apelo contemplativo da pintura que a galeria tem mantido como desígnio e permanente novidade. “Cor, luz, som, matéria são, assim, o desenho de um conjunto que transita entre modelos estruturais de conceção artística que se permitem à hibridez de outras matérias e tecnologias, consubstanciando-se em processos instalativos, previstos para a zet gallery e para esta exposição”, conclui.

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