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Artur Santoro fala sobre a forma como o BATEKOO se tornou num polo cultural negro-brasileiro
Artur Santoro, diretor do BATEKOO, vai estar na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa no Porto, como orador numa aula aberta sobre os 10 anos da maior plataforma cultural negra e LGBT brasileira do mundo.
16 Mai 2024 | 18h30
Formado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP) e Mestre em Antropologia Social, Artur Santoro é investigador de culturas e histórias afro-brasileiras, tendo participado na curadoria de exposições no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), como Histórias Afro Atlânticas (2018).
A aula aberta “10 anos de BATEKOO: do rolê à retomada” faz parte do ciclo “Não foi Cabral: revendo silêncios e omissões”, um programa com co-curadoria de Lilia Schwarcz (antropóloga e historiadora brasileira) e Nuno Crespo, que contempla uma agenda de concertos, conferências, exposições e performances, que vão decorrer entre 16 de fevereiro e 24 de maio. O ciclo é organizado pela Escola das Artes, em parceria com a Universidade de São Paulo (Brasil) e a Universidade de Princeton (EUA).

