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Palestra • A luz e o divino pela arqueóloga Filomena Barata
A importância do Astro-Rei para os Homens, enquanto fonte de energia, regulador do tempo e dos ciclos naturais, do qual depende toda a vida, é testemunhada desde a Pré-História através de pinturas rupestres.
18 Fev 2026 | 18h00
No mito de Prometeu, narrado por autores como Hesíodo (Teogonia) e desenvolvido por Ésquilo (Prometeu Agrilhoado), o fogo – manifestação terrestre da luz divina – é roubado aos deuses e oferecido aos homens. Este ato, libertador para os humanos, é simultaneamente tomado como um gesto de transgressão, pelo “Pai dos Deuses” e Prometeu é castigado e acorrentado, sofrendo eternamente.
Em muitas religiões e ritos iniciáticos, a luz mantém essa dupla dimensão: é conhecimento, mas também força renovadora e espiritual. A sucessão da noite pelo dia, metáfora do triunfo da luz sobre as trevas, encontra eco simbólico em diversas tradições e é poeticamente evocada por Mozart, na ópera A Flauta Mágica.
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