Formação
A Roda de Oleiro está de volta ao Museu do Oriente
Trabalhar o barro, sentir o ritmo da roda e acompanhar a forma que nasce entre as mãos.
13 Fev a 23 Fev 2026
Em fevereiro, o Museu do Oriente volta a apostar numa das suas propostas mais procuradas: as oficinas de Roda de Oleiro, pensadas para quem procura abrandar, experimentar e aprender uma técnica com séculos de história.
Com raízes profundas nas culturas do Oriente, a roda de oleiro assenta numa relação direta com a matéria-prima, num processo de criação que valoriza o tempo, a atenção e a repetição do gesto. Essa é, precisamente, a lógica que orienta a oficina Roda de Oleiro – Iniciação, dirigida a quem procura ter um primeiro contacto com a cerâmica e perceber como o barro responde ao toque, à pressão e ao movimento.
Ao longo de quatro sessões intensivas, os participantes aprendem as bases da técnica, como centrar o barro, puxar, moldar e finalizar, e desenvolvem formas simples, como taças, cilindros ou recipientes fechados. A componente prática ocupa um lugar central nesta oficina, complementada por uma breve contextualização histórica que ajuda a enquadrar a cerâmica enquanto tradição artística e cultural.
Para quem já passou pela iniciação, o Museu propõe ainda a oficina Roda de Oleiro – Nível 2, dedicada ao aprofundamento técnico e criativo desta prática milenar. Aqui, o trabalho evolui para formas mais complexas, como jarras, potes, garrafas e pratos, e explora detalhes como gargalos, asas, tampas e acabamentos decorativos, num diálogo entre referências orientais e ocidentais.
Com grupos reduzidos e acompanhamento próximo, estas oficinas oferecem uma experiência imersiva, onde o erro faz parte do processo e o tempo deixa de ser um obstáculo. Num quotidiano marcado pela pressa e pelo digital, a Roda de Oleiro convida a fazer o contrário: parar, repetir e deixar que a forma surja ao seu próprio ritmo.
Sexta a segunda | 20 a 23 fevereiro [Turmas 2 e 3 ]
Sexta a segunda | 13 a 16 fevereiro


