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Presidentes das câmaras de Matosinhos e do Porto debatem futuro da Área Metropolitana do Porto
Luísa Salgueiro, presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, e Pedro Duarte, presidente da Câmara Municipal do Porto, juntam-se a Elisa Ferreira, ex-Comissária Europeia, docente da Faculdade de Economia da Universidade do Porto, e António Figueiredo, Quaternaire Portugal, para participar no debate “Uma cidade não é uma Ilha”, que terá lugar no próximo dia 14 de março, às 16h, na Casa da Arquitectura, em Matosinhos. Com moderação de Carlos Daniel, jornalista da RTP.
14 Mar 2026 | 16h00
Criada em 1992, a Área Metropolitana do Porto continua a enfrentar desafios na promoção de uma coordenação estratégica eficaz entre os vários municípios que a compõem. Apesar da crescente interdependência territorial, muitos projetos urbanos permanecem circunscritos aos limites concelhios, evidenciando frequentemente uma insuficiente articulação com os territórios vizinhos.
Partindo da premissa de que uma cidade não pode ser pensada como uma entidade isolada, o debate propõe uma reflexão sobre a importância da escala metropolitana na construção de políticas urbanas mais integradas e na valorização do território, bem como sobre os projetos e as perspetivas de futuro para a Área Metropolitana do Porto.
O debate tem entrada gratuita, sujeita à lotação do espaço.
No mesmo dia, às 11h, realiza-se ainda uma visita orientada à exposição “Arquitetura Política Desenhada. A propósito de Manuel Correia Fernandes”, conduzida pelo curador Carlos Machado e Moura. A participação é gratuita, mediante levantamento de entrada 30 minutos antes na bilheteira, e está limitada a 25 participantes.
Este programa integra Arquitetura em Debate: Cidade, Território e Cidadania, iniciativa que decorre no âmbito da exposição dedicada ao arquiteto Manuel Correia Fernandes, patente na Casa da Arquitectura até 26 de abril de 2026.
A mostra assenta no vasto acervo doado à instituição e apresenta um retrato aprofundado de mais de 60 anos de atividade, revelando não apenas o seu percurso profissional, mas também as múltiplas dimensões da sua vida pessoal, cívica e intelectual, que fizeram dele uma figura incontornável da arquitetura portuguesa contemporânea.

