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Exposições

Edis One apresenta Broken Cities

O artista plástico e de arte urbana, Edis One, apresenta Broken Cities: Vivemos num tempo em que o futuro deixou de ser uma promessa tranquila. Entre guerras cada vez mais próximas, tempestades inesperadas e um planeta que dá sinais claros de exaustão, cresce uma pergunta silenciosa que atravessa todos nós: que mundo virá a seguir?

13 Mar a 31 Mar 2026

Palácio Baldaya
Estr. de Benfica 701A, 1500-087 Lisboa
Preço
Entrada livre
Partindo da linguagem da street art, Edis One transformou o espaço público e expositivo num lugar de reflexão sobre o planeta, a coexistência entre humanidade e natureza e a responsabilidade coletiva perante o futuro. Projetos como Once Upon a Time, Who Cares ou o Extinction Art Project, desenvolvido em parceria com a WWF Portugal, alertaram para o desaparecimento de espécies e para o impacto profundo da atividade humana nos ecossistemas.

Com New Born, o artista abre agora um novo capítulo dessa narrativa.

Se Extinction nos confrontava com a perda, New Born pergunta o que poderá surgir depois. Que mundo nasce após o silêncio? Que equilíbrio poderá existir quando a natureza volta a ocupar o seu lugar?

Em Broken Cities, Edis One imagina cidades libertas da presença humana excessiva. Paisagens urbanas que reconhecemos surgem transformadas, onde vegetação, fauna e arquitetura coexistem de forma inesperada. No meio desses cenários surgem figuras silenciosas que observam este novo planeta. Não são conquistadores, são guardiões. Representam uma geração que regressa para reconstruir, cuidar e repensar a forma como habitamos a Terra.

Inspirado também pelo nascimento do seu filho, este projeto nasce de uma inquietação profundamente pessoal, a pergunta inevitável sobre que mundo estamos a construir para as próximas gerações. Através de uma linguagem visual que cruza o imaginário urbano com elementos naturais e materiais identitários portugueses, como a cortiça ou o azulejo, o artista propõe uma visão de regeneração e possibilidade.

Broken Cities é um convite a imaginar o que poderá nascer depois.
Depois do excesso.
Depois do ruído.
Depois da extinção
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