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Palácio Nacional de Queluz celebra Páscoa com ateliê de decoração de ovos
Nesta Páscoa, o Palácio Nacional de Queluz convida as famílias a recuarem no tempo e a decorarem ovos para oferecer, como fazia Luís XIV, o “Rei Sol”, no século XVII.
4 Abr 2026 | 14h30
O ovo decorado, hoje associado à Páscoa, a festa da morte e ressurreição de Jesus Cristo, tem origem em cultos pagãos ancestrais. No equinócio da primavera, trocavam-se ovos para comemorar o fim do inverno e o início da estação das colheitas, da fertilidade e do renascimento na natureza.
Ao longo dos séculos, o costume de oferecer ovos na Páscoa perpetuou-se nas cortes europeias. No século XIII, Eduardo I de Inglaterra presenteava os seus súbditos preferidos com ovos banhados a ouro. No século XVII, Luís XIV, o “Rei Sol”, mantinha esta tradição pascal e oferecia ovos pintados e decorados.
A tradição sobreviveu até aos nossos dias sob a forma de ovos de chocolate, mas, no Palácio Nacional de Queluz, é possível viver uma experiência diferente: criar ovos dourados e coloridos para surpreender os convidados na Páscoa, como faziam os monarcas de outrora.
O ateliê “Ovos dourados, ovos coloridos e as artes decorativas no Palácio” dirige-se a famílias com crianças a partir dos 5 anos e tem a duração de 2 horas.
Os bilhetes à venda no site da Parques de Sintra custam 14€ para adultos e 12,5€ para jovens dos 5 aos 17 anos.

