Exposições
Torre dos Clérigos recebe exposição que celebra a alma do Porto
A Torre e Museu dos Clérigos recebem, a partir de 21 de maio, a exposição “Sentimento Azul”, da artista portuense Susana Bravo, uma homenagem artística e emocional ao Porto, ao seu Centro Histórico e aos 30 anos da classificação deste território como Património Mundial pela UNESCO.
21 Mai a 12 Jul 2026
A exposição reúne 19 obras inspiradas em diferentes zonas e freguesias da cidade, como a Sé, Miragaia, Vitória, Foz, Bonfim ou Campanhã, construindo uma verdadeira “cartografia” afetiva do Porto. O conceito da exposição revela memória, identidade, vivência pessoal e imaginário urbano, revelando não apenas os lugares e os símbolos da cidade, mas também os gestos quotidianos, as ruas, as pessoas e a alma portuense.
No ano em que se assinalam os 30 anos da classificação da cidade como Património Mundial pela UNESCO, “Sentimento Azul” assume-se como uma declaração de amor à cidade. A mostra convida os portuenses a reverem-se no seu território, a reencontrarem afetos, memórias e sinais familiares, mas também desafia todos os visitantes, nacionais e internacionais, a conhecerem o Porto para além da sua dimensão monumental e turística.
“Esta exposição nasce do vínculo afetivo de Susana Bravo com o Porto e transforma esse sentimento numa homenagem à cidade, ao seu Centro Histórico e às pessoas que lhe dão alma. É uma homenagem bonita à Invicta e um convite para a olharmos com mais atenção, mais ternura e mais consciência”, refere o Padre Manuel Fernando, Presidente da Irmandade dos Clérigos.
Sobre a Irmandade e Torre dos Clérigos:
Constituída pela união de três instituições nascidas no Século XVII no Porto, a Irmandade dos Clérigos é uma instituição solidária, responsável pela gestão do conjunto arquitetónico Clérigos, classificado Monumento Nacional desde 1910. Desenhadas pelo arquiteto Nicolau Nasoni, a Igreja e a Torre são a casa da Irmandade dos Clérigos desde 28 de março de 1748. Desde 2014, ano da sua musealização, tanto a Igreja, lugar de culto, quanto a Torre e o Museu são palco de uma agenda cultural intensiva nas áreas da música, pintura, escrita e fotografia, que se juntam às exposições permanentes do acervo da Irmandade dos Clérigos.

