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MAPS - Mostra de Artes Performativas em Setúbal 2026
MAPS 2026 convida Setúbal a refletir sobre a Herança através das artes performativas. A 8.ª edição da MAPS – Mostra de Artes Performativas em Setúbal decorre entre 9 e 18 de julho, reunindo espetáculos, performances, música, cinema documental, instalações artísticas, oficinas, conversas e projetos comunitários em vários espaços da cidade.
9 Jul a 18 Jul 2026
Ao longo de dez dias, a cidade transforma-se num palco aberto à criação contemporânea, ocupando espaços como A Gráfica – Centro de Criação Artística, o Parque do Bonfim, a Praça de Bocage, o Cinema Charlot – Auditório Municipal, o Jardim do Quebedo, a Baixa Comercial e o Bairro do Miradouro de São Sebastião.
A programação abre a 9 de julho com “Musseque”, do coreógrafo e intérprete angolano Fábio (Krayze) Januário, espetáculo distinguido pela crítica e nomeado para Melhor Coreografia pela Sociedade Portuguesa de Autores. Através da linguagem do kuduro, a criação revisita as periferias de Luanda e aborda temas como memória, resistência e identidade. Esta performance conta com a parceria da BoCA – Bienal de Artes Contemporâneas.
No dia seguinte, “Sobre o Fim”, de Gio Lourenço e Sofia Berberan, propõe uma experiência performativa que cruza dança, teatro e botânica, explorando a ideia de transformação e renovação através da relação entre seres humanos e plantas.
A 11 de julho, a MAPS sai para a rua com as “Performances no Bairro”, iniciativa que transforma a baixa comercial de Setúbal num percurso artístico onde escritores, bailarinos, atores, mágicos, caricaturistas, tatuadores, artistas plásticos e performers ocupam lojas, montras, varandas e espaços públicos. No mesmo dia, o Espaço Ágora, instalado no Jardim do Quebedo, acolhe um encontro comunitário animado por DJ Batida, acompanhado por um lanche comunitário com cachupa, seguindo-se à noite o concerto multimédia “Sons de Resistência”, de Luís Bittencourt.
Uma das grandes novidades desta edição é precisamente o Espaço Ágora, uma estrutura temporária criada pelo coletivo Mergulho Urbano que funcionará como ponto de encontro, reflexão e participação cidadã. Integrado no projeto Revoada, o espaço acolhe instalações, performances, leituras, oficinas e momentos de debate sobre memória, território, participação e justiça social.
O fim de semana de 12 de julho é dedicado à MINI-MAPS, programação especialmente pensada para famílias e crianças, no Parque do Bonfim. Jogos tradicionais em madeira, instalações sonoras participativas, oficinas criativas, dança contemporânea para a infância, teatro físico e concertos convidam diferentes gerações a partilhar experiências através da arte.
A programação prossegue a 14 de julho com a exibição do documentário “Peixe p’ó Gato – Histórias da Luta pelo Pão em Setúbal”, realizado por Leonardo Silva. O filme resulta de um trabalho de investigação histórica e recolha de testemunhos sobre a pobreza, a desigualdade e as formas de resistência que marcaram a história social da cidade.
No dia 16 de julho, a Praça de Bocage recebe “Sombras”, da companhia Teatro Só, uma criação de teatro visual e poesia física que aborda a violência doméstica através de uma linguagem acessível e profundamente emotiva.
A reflexão sobre a memória coletiva e as questões sociais prolonga-se no dia 17 de julho com uma conversa pública sobre o projeto teatral “CARGA”, que investiga o papel das mulheres trabalhadoras na construção da sociedade contemporânea. À noite sobe ao palco “Sinto, Logo Existo”, espetáculo da Noisy Crew que aborda a saúde mental, a identidade e a importância do reconhecimento das emoções enquanto experiência fundamental da existência humana.
O encerramento da MAPS acontece a 18 de julho com especial destaque para “Tecido Comunitário”, projeto de teatro comunitário desenvolvido em cocriação com moradores do Bairro do Miradouro de São Sebastião. Envolvendo participantes dos 6 aos 98 anos, o espetáculo resulta de um processo de recolha de memórias, histórias de vida e experiências do território, afirmando a cultura como ferramenta de inclusão, participação e transformação social.
A mostra termina com uma festa aberta ao público em A Gráfica – Centro de Criação Artística, ao som de “A Minha Vida Dava uma Banda Sonora”.
Todos os espetáculos e atividades são de acesso gratuito, reforçando o compromisso da MAPS com a democratização da cultura, a formação de públicos e o acesso universal à criação artística contemporânea. As atividades realizadas em espaços fechados requerem reserva prévia através do endereço maps@mun-setubal.pt.
A MAPS – Mostra de Artes Performativas em Setúbal é uma iniciativa da Câmara Municipal de Setúbal que, ao longo de oito edições, se tem afirmado como um espaço privilegiado para o encontro entre artistas, comunidades e públicos, contribuindo para uma cidade mais criativa, inclusiva e participativa.
Dança / Performance
QUI 9 de julho
21h30 | A Gráfica – Centro de Criação Artística
Musseque de Fábio (Krayze) Januário
"Musseque antes de ser uma peça para quatro bailarinos é casa é encontro é um estar.
É de onde saíram há muito tempo e para onde voltam em memória e em corpo através do Kuduro. Aos corpos pede-se o ritmo, a precisão, a resistência para que na turbulência de uma guerra se encontre um pedaço de liberdade. Durante a Guerra Civil de Angola, o Kuduro foi música e dança marginalizada por muitos, mas adorada pelo povo.
Aos quatro intérpretes em palco pede-se agora a continuidade do que se viveu e sentiu, tornando numa dança do presente as vivências já passadas, mas não esquecidas.
Neste palco revisitam-se as periferias de Luanda que são casa, os discursos que são revolução e os corpos que são resistência, num ritmo alucinante de movimentos que são resiliência de quem continua para lá da guerra."
Direção artística e criação Fábio (Krayze) Januário Interpretação e cocriação Fábio (Krayze) Januário, Melissa Fernandez, Xenos Palma e Elvis Carvalho (Grelha)
Acompanhamento artístico Marco da Silva Ferreira e Piny Sonoplastia DJ Poco Desenho e operação de luz Pedro Guimarães Operação som Miguel Serrão Cenografia Filipe Tootill Figurinos Susana Santos - Mana Terra Fotografia e vídeo Afonso Sereno Produção Rita Pessoa Parceria Festival Ou.kupa Apoio e produção Pensamento Avulso Co-produção O Espaço do Tempo, Cineteatro Louletano e Centro Cultural Vila Flor, no âmbito do Projeto CASA Residências Espaço Alkantara , B.Leza , UDance , Teatro do Bairro Alto , O Espaço do Tempo , CineTeatro Louletano , Centro Cultural Vila Flor Agradecimentos Mélanie Ferreira, Marco da Silva Ferreira, Festival Ou.kupa, Fundação GDA, Teatro do Bairro Alto
Fábio “Krayze” Januário, nasceu em Luanda, Angola.
Desenvolveu o seu trabalho nas danças urbanas, área na qual leciona workshops em Portugal e no estrangeiro.
Desde 2022, integra como intérprete a peça “CARCAÇA”, de Marco da Silva Ferreira, e também“F*cking Future”.
Em 2024, venceu a 2.ª edição do Projeto Casa, no qual desenvolveu Musseque, com apresentações em diversos teatros a nível nacional (Montemor-o-novo, Loulé, Guimarães) e em festivais como DDD e Dansa Metropolitana.
Em 2025, Musseque foi nomeado pela Sociedade Portuguesa de Autores para Melhor Coreografia.
Em 2026, foi selecionado para o Aerowaves Spring Forward 2026.
40 min.
M/6
Entrada gratuita mediante reserva através do e-mail maps@mun-setubal.pt
*Uma parceria entre a Câmara Municipal de Setúbal e a BoCA – Biennial of Contemporany Art
NOTA: Com conversa pós-espetáculo
Performance/Dança
SEX 10 de julho
21h30 | A Gráfica – Centro de Criação Artística
Sobre o Fim com Gio Lourenço e Sofia Berberan
Sobre o Fim parte do término de uma relação amorosa, que se torna uma reflexão acerca da ideia de fim, individual e coletivo. O projeto investiga territórios de intersecção entre Humanos e Plantas, uma espécie de memória botânica, criando uma alucinação conjunta que resulta na ficção possível deste encontro. O fim não é apenas um ponto de rutura, mas uma abertura para novas ficções que emergem do colapso. O espaço cénico explora a performatividade botânica e integra plantas carnívoras, plantas afrodisíacas, plantas que propiciam os sonhos e plantas com propriedades curativas. O espaço sonoro é integralmente composto a partir dos sons emitidos pelas plantas, misturando sons pré-gravados e sons emitidos em tempo real.
Direção artística Gio Lourenço & Sofia Berberan Interpretação Ágatha Cigarra, Gio Lourenço, Marcelo Lopes, Sofia Berberan Dramaturgia coletiva com coordenação de Cláudia Madeira Instalações e vídeos Sofia Berberan Espaço sonoro Ágatha Cigarra e Marcelo Lopes Desenho de Luz Lui L’Abbate Apoio coreográfico Natacha Campos Apoio ao movimento Teresa Noronha Feio Produção Medusa Material Assistência de produção Ema Ferreira Espaço cénico e figurinos Joana Fins
Gio Lourenço é ator, performer e fundador e ator residente do Teatro GRIOT. Como criador, desenvolveu PRETA, apresentada na 17.º Bienal de Veneza (2021). Participou, como intérprete-coreógrafo, no projeto Charging Change, apresentado na Documenta15. Criou e interpretou o espetáculo Boca Fala Tropa. Participou em Passa Folhas, de Vânia Gala, que representou oficialmente Portugal na 60.ª Exposição Internacional de Arte - La Biennale di Venezia 2024.
Sofia Berberan é curadora e artista visual. Investiga na sua prática artística a relação entre as artes visuais, a performance e a botânica. Desenvolveu vários projetos em espaços não convencionais, problematizando a relação do humano com o vegetal.
50 min.
M/12
Entrada gratuita mediante reserva através do e-mail maps@mun-setubal.pt
Nota: Com conversa pós-espetáculo.
Performance
SÁB 11 de julho
11h00 às 12h30 | Rua de Arronches Junqueiro, Baixa Comercial e Espaço Ágora
Participação gratuita
Performances no Bairro
As montras abrem-se, as portas ganham voz, as varandas tornam-se palco. Na baixa de Setúbal, o quotidiano transforma-se em cena.
Convidámos performers de diferentes áreas artísticas a ocupar o espaço comum, não apenas para o habitar, mas para o reinventar. Cada gesto, cada corpo, cada intervenção inscreve-se num território partilhado.
O ponto de partida é a Herança.
Entre o íntimo e o coletivo, entre o passado e o agora, as performances desenham novas leituras sobre aquilo que nos constitui.
O resto acontece na rua.
O desafio está lançado.
André Pereira | Escritor
Adega dos Garrafões - Rua de Arronches Junqueiro 103
Maria Caetano Vilalobos | Poesia
Varanda Particular - Rua de Arronches Junqueiro
Sérgio Estátua (Uh!Topia) | Estátua Viva
Ana Sousa – Rua da Velha Alfândega 36
Abel Costa | Caricaturista
Balkan Grill - Largo da Misericórdia 8
Catarina Sá | Dança
Ale-Hop - Rua Dr. Paula Borba 9 e 11
Ana Rita e Patrícia Fonseca| Atrizes
SMS see my style - Rua Dr. Paula Borba 23
David Martin (Aquarela Mágica) | Magia
Lanidor - Rua Dr. Paula Borba 53
NOGA (Uh!Topia) | Pintor
Classic Man - Rua Dr. Paula Borba 62
Tiago de Brito, João Pinto e Joana Barradas | Tatuagens
Verso Inverso tattoo Studio - Rua Álvaro Castelões 31
Miss Velvet – Drag queen
Varanda da Verso Inverso tattoo Studio - Rua Álvaro Castelões 31
Para todos
ESPAÇO ÁGORA
MERGULHO URBANO
Jardim do Quebedo
Na Grécia antiga, berço do regime democrático, as principais praças das cidades chamavam-se Ágora. Ali se juntava a população para discutir assuntos fraturantes e decidir, em conjunto, quais os caminhos a seguir.
A Ágora concebida para a MAPS é uma intervenção de arquitetura temporária, criada pelo coletivo artístico e ecologista Mergulho, que serve de zona de discussão e epicentro de ação, mas também geográfica do projeto. Instalada no jardim do Quebedo, esta estrutura será palco, zona de conversas, lugar de workshops, música e convívio durante a MAPS.
O que é preciso mudar? Na minha rua, no meu bairro, cidade, país, mundo e casa?
O que é reivindicar? Lutar? Discutir? O que é acatar a ideia do outro?
No fundo este projeto é uma ÁGORA.
“Ágora” é constituído por quatro ações de intervenção artística que trabalham facetas diferentes de um questionamento sobre as assimetrias sociais, participação e memória sobre um passado colonial com reflexo na organização das sociedades até hoje. Estas ações envolvem as comunidades locais recorrendo a várias estratégias e mecanismos: participação na conceção geral das ações, acessibilidade, relação com o espaço público e fator de surpresa.
Instalações Artísticas Associação Mergulho Urbano, Francisco Vidal, Miguel Cardinho e Rita Faia Performances Batida, Ivone Fernandes-Jesus & Miguel Valle e Kouve di Guerra Curadoria e Gestão de Projeto: Margarida Mata Produção Sara Honrado Design Pedro Cardoso Direção de Montagem Marco Peixoto Fotografia e vídeo Mário Negrão Um produção Revoada Co-produção Monstro Coletivo Financiamento Programa PRR
*Integrado na Operação Integrada Local “Coesão Socio-Territorial através das Margens”, o projeto é financiado pelo PRR (Plano de Recuperação e Resiliência) e promovido pela Câmara Municipal de Setúbal, com direção artística de Revoada.
Integrado nas Performances do Bairro
Rita Faia
Workshop de Cartazes Reivindicativos
Espaço Ágora – Jardim do Quebedo
Vamos pintar as nossas reivindicações em cartazes! Partimos das ideias e preocupações de quem habita e vive a cidade para criar o nosso cartaz. Vamos experimentar o guache para criar imagens e tipografias manuais que transmitam mensagens de impacto. Cada participante é convidado a transformar uma reivindicação num cartaz que será posteriormente instalado no espaço Ágora, contribuindo para dar voz à comunidade.
O objetivo é criar um momento de expressão artística e cidadã, onde a comunidade encontra um lugar para dizer o que lhe vai na alma, com cor e imaginação!
Varandas Reivindicativas
Rua de Arronches junqueiro
Quisemos ouvir os moradores da Rua Arronches Junqueiro e Arredores.
Não como gesto simbólico, mas como ponto de partida para construir em conjunto.
Quais são as suas preocupações? O que gostavam de ver mudar na sua rua, bairro, cidade, país e no mundo?
Começamos pelo que está mais próximo, rua e o bairro, porque é aí que a mudança ganha forma concreta e onde o coletivo se encontra, se escuta e se transforma. As respostas, recolhidas num inquérito porta a porta e online materializam-se, pela mão da ilustradora Rita Faia, na forma de instalação que toma as Varandas da Rua Arronches Junqueiro para espaço de Reivindicação.
Ivone Jesus Fernandes & Miguel Valle | Leituras Reivindicativas
Rua de Arronches Junqueiro
Ouvem-se palavras de ordem: assertivas e fortes. Reivindicam um outro cotidiano comunitário: uma rua sem carros; uma mercearia já ali à mão e um café à porta; a preservação da memória e das pessoas; habitação justa no preço e no espaço que podemos ocupar. São estas as preocupações a que damos voz como resposta aos resultados do inquérito feito aos moradores da Rua Arronches Junqueiro.
Uma performance que reclama o espaço público como lugar de vivências comunitárias.
Francisco Vidal | Pendões do Mediterrâneo
Varandas da Sociedade Musical Capricho Setubalense - Largo da Misericórdia
Imaginamos que a passagem dos barcos vergou, indelevelmente, o mar e os oceanos que unem o mundo.
Imaginamos que o azul do mar e dos oceanos, que banham o sul e o norte global, têm neles as caras de quem por eles passou. Uns designam-se de forma que não sabemos pronunciar, outros cujos nomes nunca foram fixados.
A técnica do azulejo é tão portuguesa como tudo o que nos foi trazido por mar: vindos da Mesopotâmica, do Egipto, dos Árabes, os azulejos são nossos, mas devemo-los aos outros. O Azulejo está na base deste trabalho de Francisco Vidal onde figuram olhos e caras que nos inquirem, tranquilizam e reclamam um lugar na história marcada pelo mar, por África, colonizações e descolonizações, que deixaram marcas até hoje.
A sua aplicação, na forma de pendões nas janelas da Capricho Setubalense é uma ação de reclamação do espaço público, enquanto fórum de reflexão sobre estes temas, enquanto o mar se vai vincando todos os dias mais um pouco, com lanchas cheias: de pessoas, esperança e desilusão.
Música/Lanche Comunitário
SÁB 11 de julho
17h00| Espaço Ágora – Jardim do Quebedo
DJ Batida (com Cachupada) – Revoada
Pedro Coquenão cria e desenvolve trabalhos com música, rádio, dança, artes plásticas e performativas sob o nome de Batida. Conta com músicas e remixes em catálogos de editoras como Soundway Records, Crammed Discs, BBE, On The Corner Records, Beating Heart, Because, Heavenly Sweetness, Man Recordings e Lusafrica.
Um dos seus DJ sets em Londres, em 2012, fez dele o primeiro português e angolano a protagonizar uma sessão na Boiler Room.
Nos últimos dois anos, realizou sets b2b muito especiais em grandes festivais com Branko e DJ Dolores, incluindo dois sets b2b muito, muito especiais, encerrando dois palcos principais com o lendário Bonga. Fez ainda sets que duraram toda a noite em clubes com Pedro da Linha, Poté e uma grande sessão na Boiler Room com DJ Satelite.
– Durante o DJ Set vai ser servido Cachupa, em jeito de lanche comunitário. –
Aprox. 3 horas
Para todos
Concerto/Multimédia
SÁB 11 de julho
21h30 | A Gráfica – Centro de Criação Artística
Sons de Resistência com Luís Bittencourt
Neste concerto, Luís Bittencourt propõe uma abordagem expandida à criação musical, utilizando objetos e materiais do quotidiano – frequentemente negligenciados ou descartados – como fontes sonoras centrais.
Barril de metal, sacos de plástico, garrafas de vidro e outros elementos não convencionais são reconfigurados como instrumentos, dando origem a um universo sonoro que desafia as fronteiras entre música e ruído, entre o artístico e o utilitário.
Mais do que uma exploração tímbrica, trata-se de um gesto estético e político: uma mudança no valor dos materiais, uma reativação da escuta e o questionamento dos critérios que legitimam o que é, ou não é reconhecido como música.
O concerto apresenta a obra seminal Import/Export: Percussion Suite for Global Junk, do compositor britânico Gabriel Prokofiev, com vídeos criados especificamente para o projeto pelo artista português Flávio Almeida, juntamente com Xcuse Me While I Kiss the Sky, de Pedro Junqueira Maia, um encontro inusitado entre os universos sonoros de John Cage e Jimi Hendrix (incluindo uma cadência para guitarra elétrica, ruído e feedback).
Com este concerto, Luís Bittencourt convida à reflexão sobre os ideais estéticos (e por vezes estáticos) e dominantes que separam a música do ruído, os sons musicais dos sons não musicais e a arte da vida quotidiana.
Luís Bittencourt é multi-instrumentista, compositor, improvisador, artista-investigador (PhD) e produtor musical. Elogiado como “um mestre da experimentação sonora” (Revista Visão) e reconhecido por atuações descritas como “uma torrente de originalidade” (Casa da Música), Bittencourt cativa o público com um repertório autoral e internacional. Já colaborou com artistas de renome como Lee Ranaldo, Found Sound Nation, Gabriel Prokofiev, David Cossin e Jon Rose.
“A pluralidade sonora apresentada por Luís Bittencourt eleva a sua arte a um grau alquímico. Os seus movimentos corporais são envernizados pelo jogo de luzes, transformando-o num xamã instantâneo, uma espécie de sumo sacerdote do som.” (Grings Memorabilia).
50 min.
M/6
Entrada gratuita mediante reserva através do e-mail maps@mun-setubal.pt
Nota: Com conversa pós-espetáculo.
->MINI-MAPS
Jogos e brincadeiras
DOM 12 de julho
15h00 às 18h00 | Parque do Bonfim
Participação gratuita
ALMEIDART Jogos e Brincadeiras
ALMEIDART é uma coleção artesanal de jogos em madeira, feitos com materiais reciclados e pensados para todas as idades. Sustentáveis, inclusivos e sem necessidade de tecnologia, promovem o encontro entre gerações e valorizam o brincar como forma de aprendizagem, empatia e bem-estar. Adaptáveis a diversos eventos, oferecem experiências lúdicas de movimento, lógica, sorte e estratégia, transformando qualquer espaço num lugar de convivência e alegria.
Para todos
->MINI-MAPS
Instalação
DOM 12 de julho
15h00 às 18h00 | Parque do Bonfim
Participação gratuita
Muro Sonoro Miguel Cardinho – Revoada
Muro Sonoro aproxima-se das comunidades através do lado lúdico. O artista visual e designer Miguel Cardinho concebe uma instalação que pode ser tocada por todos, tornando a produção de sons e música acessível a todos, e no espaço urbano.
Um segundo olhar para o objeto, constituído por vários módulos, revela a relação com instrumentos musicais convencionais e algumas derivações: os públicos são convidados a encontrar xilofone, reco reco, pratos e sinos.
Esta instalação remete, conceptualmente, para um pensamento sobre a música e o seu fator agregador das comunidades ao longos dos séculos.
Para todos
Workshop
DOM 12 de julho
15h00 às 17h00 | Parque do Bonfim
Participação gratuita
“Faz o teu objeto sonoro” com Miguel Cardinho – Revoada
A atividade de workshop será um diálogo entre a experimentação material e a utilização de ferramentas/ técnicas de auto-produção, cada participante terá a oportunidade de criar o seu objeto sonoro a partir de materiais e produtos recolhidos previamente pelo autor.
Miguel de Sousa Cardinho é proveniente de Marrazes (Leiria) é designer de produto, recoletor, artista e performer. O seu trabalho origina da prática de recolher objetos ou materiais descartados pela sociedade e como podem ser reintroduzidos no quotidiano, a partir de assemblages tridimensional utilizando técnicas DIY, crafts tradicionais e contemporâneos. Frequentou a licenciatura de Design de ambientes e o mestrado em Design de Produto na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha (2016-2022). Participa desde 2018 em exposições, residências artísticas e workshops sobre como promover a experimentação e a descontextualização de objetos. Hoje em dia reside nas Caldas da Rainha onde tem o seu espaço de trabalho.
Lotação máxima de 10 crianças
M/6
->MINI-MAPS
Dança
DOM 12 de julho
16h00 | Parque do Bonfim
Participação gratuita
Dia-a-Dia com Ana Jezabel e Sofia Kafol
"PÁRA! Olha à tua volta - para as árvores; a Lua; um bando de pássaros... - e ouve o que te rodeia, o que está dentro de ti e ainda o silêncio. Memoriza estas sensações que no fundo definem a tua relação com o Mundo. São elas o motor do teu Dia-a-Dia!
As melhores coisas da vida não têm forma duradoura.
Pergunta-te: Onde estou?
Responde: Obrigada. Estou aqui!"
Direção Artística, Criação e Interpretação Ana Jezabel Interpretação Sofia Kafol Desenho de Luz e Direção Técnica Sara Garrinhas Cenografia Bordalo II e Tomás João Figurinos Ana Jezabel e Ángela Diaz Quintela Conceção de Figurinos Rosário Baldi Sonoplastia Nuno Preto Uma Produção Vértice Poético
Ana Jezabel, Lisboa, 1990. Licenciada em Dança desde 2014, formou-se na EDCN, ESTC, na ESD e na NOVA-FCSH onde concluiu o mestrado em História da Arte. Trabalhou com diversos criadores nas áreas da dança e do teatro dos quais destaca o encenador Romeo Castellucci e o coreógrafo Paulo Ribeiro, com quem colabora desde 2015 como intérprete e assistente coreográfica. Como criadora apresentou o seu trabalho em Portugal, Alemanha e Espanha. Desde 2020 coreografou e interpretou produções para a RTP2; a Fundação Calouste Gulbenkian e o Teatro do Vão. Colaborou com a realizadora Ana Rita Rocha (LeFest). Dirige para a infância o projeto Dia-a-Dia que teve estreia no Teatro Luís de Camões (LU.CA) em 2023. Desde 2024 é responsável pelo Serviço de Comunidade e Mediação de Públicos do Teatro Municipal da Covilhã (TMC), concelho onde potencia dinâmicas sociais complementares através do contacto entre as várias comunidades e as artes performativas. Nesse contexto nasce o seu novo projeto artístico, Tête-à-Tête.
30 min.
Crianças dos 4 aos 12 anos
->MINI-MAPSMINI-MAPS
Concerto
DOM 12 de julho
17h45 | Parque do Bonfim
Participação gratuita
KOUVE DI GUERRA com Fernando Queiroz e Miguel Cardinho – Revoada
Kouve di Guerra é um duo que nasce da amizade entre Fernando Queiroz, trompetista e produtor de música eletrónica, e Miguel Cardinho, vocalista, performer e artista plástico. Unidos pela vontade de explorar territórios sonoros pouco convencionais, onde a improvisação é o modo de criação. Utilizam o trompete, a música eletrónica e a construção DIY de instrumentos como linguagem. Em 2025 lançaram o seu primeiro álbum - One noise annoys, Two noise é nóis - conta com a participação de Beatriz Duarte artista plástica e Eneida Tavares designer de produto aka Bombeiras Voluntárias a fazer Backvocals.
Aprox. 20 min.
Para todos
Filme Documentário
TER 14 de julho
21h30 | Cinema Charlot – Auditório Municipal
Peixe p'ó Gato: Histórias da Luta pelo Pão em Setúbal.
Peixe p'ó Gato é uma expressão que, em Setúbal, teve demasiado uso há não muitos anos, sendo utilizada para pedir peixe no mercado como forma envergonhada de esconder a fome e a pobreza. Este é um documentário sobre investigação histórica e recolha de histórias de vida que deram sustento à criação do espetáculo que habitou as ruas da cidade, numa reflexão sobre a desigualdade, a privação, mas também a resistência e dignidade humana na história de Setúbal. Numa cidade em que há cada vez mais gente a ter as estrelas enquanto teto e as filas para a “sopa” aumentam, até com quem trabalha, este é um encontro entre a investigação histórica e a dramaturgia de um espetáculo que lembra quem se atreveu a erguer contra a ignomínia da fome, e, dá lugar de fala a quem resiste e inventa formas de Solidariedade.
Realização Leonardo Silva Música João Mota (Et toi Michel) e Tozé Bexiga (Raia) Investigação Histórica Diogo Ferreira, José Luís Neto, João Santos Dramaturgia Leonardo Silva e Patrícia Paixão Apoio à Investigação Rogério Silva Imagem Ana Filipa Rodrigues, Dionísio Silveira, Leonardo Silva, Marta Banza e Nuno Batista Montagem Leonardo Silva e Marta Banza Fotografia Ana Filipa Rodrigues, Bruno Silva, Francisco Silva, Leonardo Silva, Marta Banza, Nuno Batista e Rogério Silva Ilustração Paula Moita Direção de Produção Sara Honrado Transcrição de Entrevistas Cristina Paixão
Nota: Seguido de uma conversa com os intervenientes do projeto artístico.
"Peixe pó Gato" é um projeto Dar Cor à Vida, financiado pela Direção-Geral das Artes/Governo de Portugal e Município de Setúbal em parceria com o Teatro Estúdio Fonte Nova e participação das Vozes da União e Sociedade Musical Capricho Setubalense. Com o apoio da União de Freguesias de Setúbal, União Setubalense, Capricho Setubalense. Faísca Voadora, História, Territórios e Comunidades - HTC (NOVA FCSH), Instituto de História Contemporânea - IHC (NOVA FCSH), UNIDCOM/IADE, EAPN Setúbal, C.A.S.A. - Centro de Apoio Sem Abrigo de Setúbal e o Centro Paroquial D. Manuel Martins.
Poesia Visual
QUI 16 de julho
21h30| Praça de Bocage
Participação gratuita
Sombras Teatro Só
A abordagem de um tema tão delicado como este, num ambiente de espetáculo de rua, executado em andas e com um exuberante guarda-roupa é também o exorcismo de um velho tabu, de que "entre marido e mulher não se mete a colher". No meio da rua, "SOMBRAS" é a proposta de um itinerário emocional que visa a redenção pessoal e a reconquista de si mesmo. O TEATRO SÓ acredita num teatro de rua de intervenção social, reflexivo e humanista e crê por isso que é dever do entretenimento ser educativo e sensibilizador.
Encenação e dramaturgia Sérgio Fernandes Interpretação Ana Gabriel Assistente de Encenação Anna Töws Música original Ferdinand Breil Olhar Exterior Beatriz Cantinho e Pedro Diogo Figurinos e conceção plástica Ana Baleia Máscara Nuno Pino Custódio Cenário Tó Quintas Operador de Som João Veiga
O TEATRO SÓ é uma companhia de teatro portuguesa sediada em Odemira (Portugal) e Berlim (Alemanha) a desenvolver um trabalho multidisciplinar, relacionando técnica de máscara, teatro físico, artes circenses e artes plásticas. Todas estas componentes convergem para um teatro imagético, mudo, visualmente poético em que a comunicação entre os atores e o público converge para a potência do gesto.
Os temas em cena tocam diretamente os estigmas sociais, transversais a diversas culturas e gerações, nos quais o público é testemunha de si mesmo, não pelo uso da palavra, mas pela poesia visual e linguagem emocional do corpo. Esta aparente modéstia do TEATRO SÓ salienta a própria simplicidade da condição humana, uma fragilidade radical que qualquer um está qualificado para sentir independentemente da nação, da religião ou da condição social. Esta dimensão universal do TEATRO SÓ é levada para o espaço público, no qual a expressão artística é acessível a todos. O TEATRO SÓ está sediado em São Luís, Odemira, membro e fundador do Coletivo de artistas Ateneu do Catorze. Em Berlim está sediado na Kunstquartier Bethanien, pertence à plataforma Performance Artists in Bethanien.
45 min.
Para todos
Nota: Com conversa pós-espetáculo.
Conversa
SEX 17 de julho
18h00 | Espaço Ágora – Jardim do Quebedo
Participação gratuita
CARGA criação coletiva
Carga é um projeto teatral que busca, através da recolha de textos e testemunhos, falar da mulher enquanto trabalhadora ao longo da história, explorando o mito do homem construtor da sociedade e da mulher que apenas no séc. XX tem “permissão” para, com a emancipação, trabalhar.
Propomos um espetáculo cuja dramaturgia e personagens nascem destes relatos e pesquisa. Contar a história através destas figuras femininas e do seu quotidiano, os seus sonhos e ambições, o seu pouco acesso à educação e o analfabetismo, contar como a sua força de trabalho, corpo e intervenção construíram a sociedade atual.
Esta será uma conversa-pesquisa, fazendo parte do processo criativo. O painel será constituído por Sandra Faustino (mediação), Ana Lúcia Palminha (Equipa artística), Patrícia Paixão (Equipa artística), Michelle Santos (CMS) e Vanessa Amorim (Antropóloga).
Criação e direção Ana Lúcia Palminha Criação e Interpretação de Catarina Mota, Patrícia Paixão e atriz a convidar Produção Manuela Morais Investigação, apoio dramatúrgico e mediação Sandra Faustino Cenografia e figurinos Marta Fernandes da silva Desenho de luz e operação técnica Rita Conde Produção: SEJADONODOSEUNARIZ
45 min.
M/3
Dança
SEX 17 de julho
21h30 | A Gráfica – Centro de Criação Artística
Sinto, Logo Existo de Noisy Crew
Este espetáculo propõe uma travessia ao essencial do ser, onde sentir se revela como prova íntima da existência. Num percurso entre equilíbrio e queda, expõe-se a tensão de uma humanidade que procura compreender-se entre o que pensa e o que sente.
“Sinto, logo existo” não surge como imposição, mas como consciência: aquilo que se sente é sinal de presença, de vida, e pede reconhecimento. O sentir seja leve ou denso torna-se um ponto de contacto com o próprio ser.
No campo da saúde mental, onde a perceção de si pode tornar-se difusa, instala-se por vezes um afastamento como se o existir perdesse contorno. Este espetáculo procura entrar nesse espaço interior, aproximando o público dessa experiência e despertando empatia, cuidado e escuta.
Dar voz ao que se sente torna-se, assim, um gesto essencial. Mais do que compreender, convida-se a reconhecer, a acolher e a legitimar a dor, transformando-a em expressão, em presença, em possibilidade de ligação.
Entre mente e coração, entre luz e sombra, constrói-se assim um estado de presença: um ser que, ao tomar consciência do que sente, se aproxima de si, sem deixar de se cuidar.
Conceito e coreografia Sheila Pereira Bailarinos Ana Alegria, Ana Lopes, Bernardo Rebelo, Bianca Barros, Mariana Café, Catarina Figueiredo, Catarina Silva, Clara Nunes, Diana Santos, Jéssica Soares, Lara Dimas, Lara Terlim, Laura Quintas, Luísa Fishe, Margarida Madeira, Maria do Ó, Maria Luz, Mariana Calhau, Mariana David, Mariana Martins, Mariana Rebelo, Mariana Silva, Matilde Almeida, Matilde Andrade, Matilde Mestre, Matilde Soares, Melissa Barros, Nuna Monteiro, Raquel Ascenso, Rita Silva, Sofia Rosa, Tatiana Alves, Telma Galhopão, Anastasia Lutsiv ( proj_02), Nicole Couto ( proj_02), Margarida Sousa ( proj_02)
40 min.
M/12
Entrada gratuita mediante reserva através do e-mail maps@mun-setubal.pt
Conversa
SÁB 18 de julho
17h30 | A Gráfica – Centro de Criação Artística
Participação gratuita
Tecido Comunitário, projeto no âmbito do PRR - Programa de Recuperação e Resiliência
Conversa sobre o processo deste projeto de teatro comunitário, implementado no Bairro do Miradouro de São Sebastião, em coordenação direta com Centro Comunitário São Sebastião.
Será um momento de partilha informal sobre o percurso desenvolvido com a comunidade, os encontros realizados, as memórias recolhidas, os lugares ativados e a forma como o projeto foi sendo construído a partir da presença no território.
O painel será constituído por Brígida Ramos (Gaivina de Agueiro), Mónica Duarte (CMS) e Mara Guerreiro (CMS).
30 min.
M/3
Teatro/Performance
SÁB 18 de julho
18h00 | Bairro do Miradouro de São Sebastião
Participação gratuita
Tecido Comunitário
Tecido Comunitário é um projeto de teatro comunitário desenvolvido em cocriação com a comunidade, a partir das vozes, memórias e experiências dos participantes. Centrado num território identificado como particularmente necessitado de estímulo e de maior acessibilidade à expressão cultural, o projeto procura dar visibilidade às histórias, necessidades e aspirações, contribuindo para a sua inscrição no mapa cultural e simbólico da cidade.
Ao longo do processo de criação, a rua tem-se afirmado como matriz de trabalho e espaço privilegiado de encontro. O projeto tem passado por locais como a Casa Bocage, o Centro Social e o Museu do Trabalho Michel Giacometti, num percurso de proximidade que cruza criação artística, escuta e presença no território.
Na exploração do corpo, da voz e do movimento, têm emergido histórias de trabalho, luta e resistência que habitam este lugar e a memória de quem o vive. Histórias inicialmente discretas, mas que ganham espaço na partilha coletiva. Corpos que experimentam. Vozes que se revelam. O que começou como encontro tornou-se processo, construído passo a passo, em conjunto.
Com participantes dos 6 aos 98 anos, afirma-se como um espaço de expressão, pertença e transformação social, promovendo o diálogo entre gerações e reafirmando a cultura como um direito fundamental.
Entidade Promotora Câmara Municipal de Setúbal Produção Executiva Gaivina de Agueiro Direção de Produção e Coordenação do Projeto Brígida Ramos Direção Artística e Sonoplastia Diogo Divagações Mediação Cultural e Comunidade Brígida Ramos e Diogo Divagações Conceção Dramatúrgica Diogo Divagações, Jeanneth Vieira e Comunidade Participante Encenação Diogo Divagações e Jeanneth Vieira Investigação, Textos e Recolha de Testemunhos Brígida Ramos, Diogo Divagações, Jeanneth Vieira e Comunidade Participante Design e Comunicação Cátia Silva Direção de Movimento Ana Nunes Cenários e Figurinos Susana Tamagnini Fotografia Daniela Mendes Vídeo Pedro Semedo Co-criação e Interpretação Comunidade
Agradecimentos
A todas as pessoas que ao longo do processo se cruzaram com o desafio. Centro Social Paroquial de São Sebastião de Setúbal, Centro Comunitário S Sebastião, Casa Bocage, Museu do Trabalho Giacometti, A Gráfica – Centro de Criação Artística, comunidade local, participantes e parceiros do projeto, Cláudia Pereira, Mariana Braga e Filipe Soares.
20 min.
M/3
*Integrado na Operação Integrada Local “Coesão Socio-Territorial através das Margens”, o projeto é financiado pelo PRR (Plano de Recuperação e Resiliência) e promovido pela Câmara Municipal de Setúbal, com direção artística Gaivina de Agueiro.
Música
SÁB 18 de julho
23h00 | A Gráfica – Centro de Criação Artística
Participação gratuita
Festa de encerramento com A MINHA VIDA DAVA UMA BANDA SONORA
A Minha Vida Dava uma Banda Sonora nasce nas mãos da portuense Susana (soulsista), da compilação de bandas sonoras caseiras para as pistas. Considera-se uma seleta de moods, momentos e pistas, não se definindo em estilos-musicais-totais ou tendenciais.
Segue tendências de outros tempos e tudo que lhe for na alma.
Gosta de ouvir o pó nos discos e raramente recusa um bom clássico. Conhece letras de músicas que ela própria desconhece a razão.
Música diretamente da alma para deixar marca na pista e afugentar maleitas.
Bailamos?
Duração 120 min.
Classificação etária: dos 0 aos 100
Reservas através de maps@mun-setubal.pt
SITE | www.mun-setubal.pt
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