Exposições
Prémio Arte em Espaço Público & Sustentabilidade desafia artistas nacionais e internacionais
Promovido pelo dst group através da ZET Galeria de Arte, o prémio tem o apoio do IB-S – Instituto de Ciência e Inovação para a bio-sustentabilidade da Universadade do Minho. A produção da obra de arte para espaço público, deverá integrar resíduos industriais e/ou provenientes da construção e demolição de edifícios, pelas empresas do dst group. A proposta vencedora terá um prémio de 7.500 euros. A open call está aberta até dia 28 de setembro de 2026.
30 Jun a 28 Set 2026
No processo de produção da obra de arte para espaço público, prevê-se que a proposta vencedora integre resíduos industriais e/ou provenientes da construção e demolição de edifícios, pelas empresas do dstgroup. A open call está aberta até às 23:59 de segunda-feira, 28 de setembro de 2026, e as candidaturas podem ser enviadas para o e-mail info@zetgaleria.com. A proposta vencedora será recompensada com 7.500 euros, além do apoio logístico do dstgroup em todo o processo, sendo que na primeira fase de seleção – em que se escolhem três propostas – os candidatos recebem 500 euros para desenvolvimento.
“Desde que inaugurámos a ZET, Galeria de Arte, em 2014, que temos promovido várias iniciativas, como simpósios, prémios abertos à comunidade artística e apoio direto a artistas, para criarem a partir da reutilização de materiais cuja função já se tinha esgotado e que, dessa forma, ganham uma nova vida. A nossa consciência ecológica e ambiental não pode ser um conceito vazio, mas é fundamental darmos o exemplo e indicar o caminho: os recursos do planeta não são ilimitados, temos de criar coisas novas a partir do que já usámos e que já não é útil. Acreditamos que, mais uma vez, os artistas concorrentes vão conseguir transformar os resíduos que temos no campus do dstgroup numa obra de arte em espaço público disponível para usufruto de todos”, refere Helena Mendes Pereira, Diretora Geral da ZET, Galeria de Arte.
O Prémio Arte em Espaço Público & Sustentabilidade tem vindo a afirmar-se como uma referência nacional da promoção da arte contemporânea em diálogo com a sustentabilidade e a reutilização de resíduos. “A arte pode mudar o mundo. Pode mudar a forma como olhamos a “casa comum”. Pode mudar a forma como consumimos. A forma de querer mais e mais e querermos o que não precisamos. A arte pode ser instrumental na mensagem de reparar e de reusar todas as coisas”, refere José Teixeira, Presidente do Conselho de Administração do dstgroup. “Este prémio quer despertar para essa possibilidade de rejeitar que tudo vá para o aterro, que tudo se destrua. A proposta é re-imaginar qual a função de determinado material depois de cumprir uma vida, para que cumpra outra função ainda – a de fazer parte de uma obra de arte em espaço público”, finaliza.

