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Museus em obras levam a programação para fora de portas. O que fica depois da reabertura?
Mesa-redonda no Museu do Oriente junta, a 9 de outubro, responsáveis de instituições em diferentes fases de transformação para discutir o futuro das coleções, das parcerias e da relação com os públicos.
9 Out 2026 | 18h00
Quando um museu fecha temporariamente, a sua atividade não tem de ficar suspensa: as coleções podem circular, as exposições ocupar outros espaços e a programação chegar aos públicos por novas vias. A partir de experiências de instituições portuguesas que atravessam ou atravessaram processos de encerramento temporário, transformação ou construção de uma nova relação com o público, a mesa-redonda aborda a programação fora de portas, ou "Programação Expandida", como uma oportunidade para repensar o que define um museu e como este se relaciona com as suas coleções, públicos e outras instituições.
Moderada pela historiadora de arte e especialista em museologia Raquel Henriques da Silva, a mesa-redonda conta com a participação de Maria de Jesus Monge, Diretora do Museu Nacional de Arte Antiga; António Carvalho, Diretor do Museu Nacional de Arqueologia; Rui Oliveira Lopes, Diretor do Museu das Convergências e Inês Fialho Brandão, Coordenadora de Mediação Cultural do Museu Calouste Gulbenkian.
De entrada gratuita, a mesa-redonda tem a coordenação de Rui Oliveira Lopes [Museu das Convergências] e Graça Mendes Pinto [Museu do Oriente, Fundação Oriente].


