"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

Centros Históricos

Aldeias tradicionais de Arouca

Distrito: Aveiro
Concelho: Arouca

Tipo de Património
Centros Históricos
Descrição
São aldeias serranas, nas quais as populações vivem num relativo isolamento, com difíceis contactos com o mundo exterior, devido às más condições de acessibilidade inerentes à sua geografia. Estas aldeias são: Albergaria da Serra, Cabreiros, Drave, Regoufe, Silveiras, Rio de Frades, Côvelo de Paivó, Janarde, Meitriz, Paradinha e Canelas.

As populações vivem, essencialmente, da agricultura de subsistência e da criação de gado, especialmente caprino; o gado bovino (raça arouquesa) é bastante representado. Existem, ainda, vestígios de comunitarismo agro-pastoril: o gado é pastoreado "à vez" pelos vizinhos da aldeia. Nos trabalhos agrícolas (ceifas, sementeiras e desfolhadas) existe um sistema de entreajuda ou troca de serviços; se alguém não tem vacas e precisa delas para o trabalho da terra pede-as emprestadas a um lavrador que as tenha e dá-lhe, em contrapartida, uns dias de trabalho nas terras desse lavrador; é um serviço de troca por troca, não envolvendo dinheiro.

O tipo de povoamento é muito uniforme: aldeias aglomeradas, separadas por grandes extensões de baldios ou florestas. O tipo de casa rural varia conforme a sua localização, e os materiais utilizados na sua construção são os mesmos do meio natural envolvente (granito e xisto, ou ambos nas zonas de transição), integrando-se e confundindo-se com o meio ambiente. A casa tem funções múltiplas: habitação, arrecadação e palheiro (hoje começam a aparecer casas que pouco têm a ver com este meio ambiente).

A vegetação natural está degradada devido aos incêndios e à eucaliptação. Os seus cursos de água (rio Paiva e Paivô), são considerados dos menos poluídos da Europa, devido à sua limpidez e ausência de poluição apresentando uma grande riqueza piscícola.

Aldeia de Regoufe
A aldeia de Regoufe assume algum particularismo, quer pela sua dimensão, quer pela morfologia do terreno íngreme, o que terá levado à construção de um primeiro piso para habitação dos animais e um segundo para a habitação de pessoas. 

Aldeia da Drave
A povoação da Drave situa-se no fundo de um elevado outeiro entre a confluência de três ribeiros, sendo estes, o rio de Palhais, que, correndo do norte, a banha do lado direito, - o Ribeirinho e o ribeiro da Bouça, que descem do lado esquerdo e se juntam todos os três no fundo da povoação. Daqui toma o nome de rio da Drave até desaguar no Paivó, à distância de 5 quilómetros; este rio depois, passando em Covelo, vai muito longe desaguar e morrer no rio Paiva. Está portanto a Drave colocada numa cova, cercada de enormes e altas montanhas, que, no coração do Inverno, lhe vedam o sol a maior parte do dia, tendo apenas uma garganta ou cortadura da parte do poente; e ainda assim obstruída pelas linguetas das serras, que se entrelaçam.

Fonte de informação
CNC / Patrimatic
Data de atualização
18/03/2020
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