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CHIADO

O Chiado - onde está sediado o Centro Nacional de Cultura - é sem dúvida uma das zonas mais carismáticas de Lisboa, tendo para isso contribuído fortemente a frequência de intelectuais, artistas e escritores no final do séc. XIX, início do séc. XX.

São ainda notórios aspetos que fizeram parte do quotidiano destes personagens lisboetas, nomeadamente o famoso Fernando Pessoa. Os seus passos habituais pelo Chiado são os que aconselhamos ao visitante do Chiado.

Pontos de Interesse


Basílica de Nossa Senhora dos Mártires
É a igreja que Fernando Pessoa avistava da sua casa (no Largo de S. Carlos, uma vez que habitou em vários outros locais) e que do alto do campanário fazia soar o sino. A edificação data do ano de 1147, na altura erguida no alto da colina de São Francisco. Destruída pelo Terramoto de 1755, foi sob a responsabilidade do Arq. Reinaldo Manuel dos Santos, que em 1769 se iniciou a construção da atual igreja, em pleno Chiado. Embora tenha sido benzida em 1774, somente abriria ao público em 1783 (ou 1786).




Café A Brasileira

O projeto da construção do Café "A Brasileira" deve-se ao Arq. Norte Júnior. Na fachada abrem-se três portas envidraçadas encimadas por uma escultura em estuque, representando figura masculina bebendo café. No interior, do lado direito desenvolve-se o balcão que percorre todo o corredor e, do lado oposto, estão as mesas de tampo de mármore sustentado por estruturas de ferro trabalhado de forma curvilínea.
Encontram-se atualmente diversas obras de pintores como Manuel Batista, Hogan, Azevedo, Vespeira, Rodrigo, Eduardo Nery, João Vieira, Pablo e Noronha da Costa, que substituíram outros de uma outra geração entre os quais se distinguiram Almada Negreiros, Eduardo Viana, Bernardo Marques e Stuart Carvalhais. Fazendo-nos companhia na esplanada do café, encontra-se uma figura em bronze representando o poeta Fernando Pessoa, sentado à mesa bebendo café, da autoria de Lagoa Henriques.


Largo de São Carlos

Um dos percursos habituais do poeta Fernando Pessoa, era entre a casa onde nasceu, no nº 4 do Largo de São Carlos e o Largo do Chiado, rumo ao local de encontro de poetas e pensadores portugueses, no café sobejamente conhecido dos lisboetas, "A Brasileira".
O Largo de São Carlos deve o seu nome ao Teatro de São Carlos, edificação neoclássica projetada pelo arq. José da Costa e Silva. Pioneira na expressão lúdica da cidade, a sua construção relâmpago (demorou cerca de seis meses) deve-se, sobretudo, ao grande impulso dado pelo Intendente de Pina Manique. A fachada não apresenta grandes requintes decorativos, pelo contrário, é sóbria e inspirada no teatro della Scalla de Milão.


Teatro Nacional de São Carlos

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