"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

Destaques

75 anos nas Artes, nas Letras e nas Ideias

Para comemorar os seus 75 anos de vida, o Centro Nacional de Cultura (CNC) lançou um canal de podcasts com a sua “audio-história”.

Nas principais plataformas de podcasts: SoundCloud, Apple Podcasts e Spotify

Disponibilizamos semanalmente gravações históricas de grandes projetos que marcaram a vida do CNC no final do século XX: conferências, cursos, entrevistas e outros documentos preciosos saídos do seu arquivo histórico.

O primeiro podcast desta série, lançado no passado dia 17 de abril, é uma gravação de 1985, ano em que o CNC comemorou a passagem do cometa Halley, com o projeto Halley Hall. O Centro comemorava então os seus 40 anos e organizou uma instalação no Centro Comercial das Amoreiras, inaugurada a 25 de outubro desse ano, com a colaboração muito especial de António Palolo e de Alberto Vaz da Silva – cuja voz inconfundível se ouve neste podcast.
Comprovando a atualidade desta gravação, Alberto Vaz da Silva refere até “um vírus vindo do além”… (lado 1 - minuto 22’25”).




Em 24 de abril e 1 de maio disponibilizámos sessões e depoimentos do colóquio "Anos 60: os factores de mudança", organizado pelo CNC e pela SEDES na Fundação Calouste Gulbenkian em 1990. Assinalando os 25 anos da revista "O Tempo e o Modo" e os 20 anos da SEDES, as sessões desse colóquio tiveram como objetivo compreender a década de 60 em Portugal e no mundo, promovendo a reflexão sobre as transformações ocorridas nessa altura em várias áreas temáticas que vão desde a própria revista “O Tempo e o Modo” às novas práticas de convívio, passando pelos movimentos de inspiração cristã, a criação artística, culturas e práticas de exílio, etc.

(…) É desses verdes anos de toda uma geração que vai tratar este ciclo. Irá tratá-los com saber de experiência feito e com emoção decerto também. A emoção que tantas vezes despontou ao evocar de factos no desfolhar de documentos que, a nosso pedido, a Leonor Xavier tem vindo a recolher das muitas dezenas de pessoas que aceitaram colaborar nesta desmedida tarefa colectiva de escrever História de Portugal porque, afinal, é disso que se trata aqui.
~ Helena Vaz da Silva (Presidente do CNC)

(…) O desejo dos organizadores é que este ciclo permita que não se faça apenas uma recordação histórica – que a recordação histórica é importante – mas que se pensem também os fundamentos, a vitalidade da vida democrática, da vida em liberdade que vivemos.
~Guilherme d’Oliveira Martins (Presidente SEDES)

Podem ouvir-se os vários depoimentos da primeira sessão do colóquio, dedicada à Revista “O Tempo e o Modo” e da sessão “Culturas e Práticas de exílio". Podem ser ouvidos em sequência (na playlist respectiva) ou separadamente.



A 8 de maio lançamos uma entrevista que Helena Vaz da Silva fez a Oscar Niemeyer no Rio de Janeiro em março de 1989, durante a viagem ao Brasil no ciclo “Os Portugueses ao encontro da sua História”. Ao longo de toda a entrevista, em que o arquiteto fala essencialmente sobre os seus projetos da Pampulha, em Belo Horizonte e de Brasília, ouve-se nitidamente Niemeyer a desenhar.
Apresentamos aqui dois desses desenhos para acompanhar a audição do nosso podcast.



 

Especial Aniversário CNC

Em 13 de maio, no dia em que se comemoram os 75 anos da fundação do Centro Nacional de Cultura, colocamos à disposição dos seguidores do nosso canal de Podcasts a gravação de um fórum TSF especial dedicado aos 50 anos do CNC, transmitido a 26 de maio de 1995.
Conduzido por Francisco Sena Santos, com Maria Calado (hoje Presidente do CNC) em estúdio, contou com depoimentos de Afonso Botelho (um dos fundadores do Centro), Gonçalo Ribeiro Telles (membro da Direção do CNC na altura, hoje ainda Presidente da sua Assembleia Geral), Alberto Vaz da Silva (membro da Direção), Miguel Peres (crítico de Arte), Fernando Pernes (diretor artístico da Fundação de Serralves), Gonçalo Rêgo (ouvinte do Barreiro), Guilherme d'Oliveira Martins (então Deputado da AR e Presidente da SEDES) e Nuno Krus Abecasis (antigo Presidente da Câmara Municipal de Lisboa).



Em 15 de maio, publicamos alguns dos discursos proferidos na festa do cinquentenário organizada no Reservatório da Patriarcal (EPAL), em maio de 1995. Apresentamos as intervenções de Helena Vaz da Silva, do Mestre Lagoa Henriques, de Alberto Vaz da Silva e de António Alçada Baptista, importantes figuras da História do Centro Nacional de Cultura.

Virado o cabo dos 50 (anos), apontamos com a mesma ingénua persistência aos 100, na esperança de que então a ciência nos tenha dado a todos algum elixir que nos rejuvenesça e que pelo menos, como queria Jean Monnet, o C de Comércio tenha enfim cedido ao C de Cultura. Helena Vaz da Silva

A cultura não se improvisa.Mestre Lagoa Henriques

Um século visto por um telescópio é um momento em direção ao futuro. Alberto Vaz da Silva

Isto é mais ou menos assim; a gente descuida-se e de repente está metido na História. António Alçada Baptista





Em 22 de maio de 2020, voltamos ao Colóquio “Anos 60: os factores de mudança” e à sessão "Criação Artística", que aconteceu em 19 de março de 1990. Desta sessão publicamos as intervenções de Eduardo Prado Coelho e de Rui Mário Gonçalves, dedicadas, respetivamente, às áreas da Literatura e das Artes Plásticas. No final de cada intervenção ouve-se uma importante interpelação de José Carlos Ferreira de Almeida a ambos sobre a importância da teoria e da reflexão crítica nos anos 60, e as suas respostas.

 


 

Em 29 de maio termina a publicação dos depoimentos na sessão sobre criação artística, do colóquio “Anos 60: os factores de mudança”, decorrida em março de 1990, dedicada ao cineclubismo e ao cinema, com os testemunhos de Lauro António e de João Bénard da Costa.

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