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"Clareiras"
Uma viagem ao passado para melhor compreendermos o presente da Europa da autoria de uma escritora que coloca o leitor num ambiente literário em tudo idêntico ao de Herta Müller.
Na Roménia comunista com o seu legado multiétnico, cuja diversidade é uma riqueza silenciada, o destino aproxima Lev – um rapaz acamado – de Kato, uma rapariga que gosta de desenhar e veste demasiado cedo o casaco da solidão. Kato vai ajudar Lev com a matéria das aulas, mas o que começa como um gesto imposto pela escola torna-se, para ambos, uma amizade inesperada que devolve a Lev a saúde e oferece a Kato um lugar onde finalmente pode repousar.
Anos depois, já adultos, os caminhos de sempre continuam a chamar por Lev, como um pássaro que não tem coragem de sair da gaiola mesmo com esta aberta, enquanto Kato voou e partiu para o Ocidente, à procura de um horizonte mais vasto. O que os une agora são apenas os postais que ela lhe envia – pequenas janelas para vidas que poderiam ter sido partilhadas. Até ao dia em que chega um postal de Zurique, com uma pergunta simples e desarmante: «Quando vens?» E então reabre-se a porta para o passado, vivo, íntimo, incontornável.
Este é um romance luminoso sobre a forma como duas vidas podem tocar-se e transformar-se para sempre, em que a memória se entrelaça com a História, e cada gesto, cada silêncio e cada paisagem – até cada clareira na floresta – transporta a polifonia de um país e as vidas daqueles que sobreviveram aos regimes e às suas fragilidades com a força dos laços humanos e dos reencontros.
Finalista do Prémio do Livro Alemão 2025.
«Um romance de uma beleza inquietante e repleto de momentos de clareza surpreendente. Atmosférico, subtil e profundamente envolvente.»
Anos depois, já adultos, os caminhos de sempre continuam a chamar por Lev, como um pássaro que não tem coragem de sair da gaiola mesmo com esta aberta, enquanto Kato voou e partiu para o Ocidente, à procura de um horizonte mais vasto. O que os une agora são apenas os postais que ela lhe envia – pequenas janelas para vidas que poderiam ter sido partilhadas. Até ao dia em que chega um postal de Zurique, com uma pergunta simples e desarmante: «Quando vens?» E então reabre-se a porta para o passado, vivo, íntimo, incontornável.
Este é um romance luminoso sobre a forma como duas vidas podem tocar-se e transformar-se para sempre, em que a memória se entrelaça com a História, e cada gesto, cada silêncio e cada paisagem – até cada clareira na floresta – transporta a polifonia de um país e as vidas daqueles que sobreviveram aos regimes e às suas fragilidades com a força dos laços humanos e dos reencontros.
Finalista do Prémio do Livro Alemão 2025.
«Um romance de uma beleza inquietante e repleto de momentos de clareza surpreendente. Atmosférico, subtil e profundamente envolvente.»
Eleanor Updegraff
«O romance pergunta de que forma cresce a amizade. Esta aprofunda-se à medida que os amigos procuram o seu caminho na vida, juntos e também de forma independente. Uma narrativa muito segura.»
«O romance pergunta de que forma cresce a amizade. Esta aprofunda-se à medida que os amigos procuram o seu caminho na vida, juntos e também de forma independente. Uma narrativa muito segura.»
Claudia Ingenhoven, MDR Kultur
«A linguagem de Wolff permite-lhe captar os espaços entre as pessoas. O ritmo das suas frases ressoa com amor, amizade e distância.»
«A linguagem de Wolff permite-lhe captar os espaços entre as pessoas. O ritmo das suas frases ressoa com amor, amizade e distância.»
Cornelia Geissler, Berliner Zeitung

Iris Wolff nascida no período da Cortina de Ferro, na Transilvânia, em 1977, emigrou para a Alemanha em 1985 e mora em Freiburg im Breisgau.
É uma escritora premiada cuja obra transporta o leitor para o coração da sua antiga terra natal.
O destino dos que ficam e daqueles que escolhem emigrar é o tema constante e poderoso que permeia os seus romances.
Além deste Clareiras (2004, agora editado em Portugal), é ainda autora de outros quatro romances.
Best-seller na Alemanha, a sua obra foi traduzida para diversos idiomas, recebeu ampla aclamação e inúmeros prémios literários, incluindo o Prémio Marie Luise Kaschnitz; o Prémio Literário de Solothurn; o Prémio Chamisso de Dresden (2023), para uma obra literária baseada na experiência de um migrante que contribui para o intercâmbio europeu; o Prémio de Literatura da Fundação Konrad Adenauer (2025), que homenageia escritores que dão voz à liberdade; o Prémio Spycher e o Prémio Uwe-Johnson, para obras literárias de destaque; e nomeações para o Prémio do Livro da Baviera e o Prémio do Livro Alemão.

Iris Wolff nascida no período da Cortina de Ferro, na Transilvânia, em 1977, emigrou para a Alemanha em 1985 e mora em Freiburg im Breisgau.
É uma escritora premiada cuja obra transporta o leitor para o coração da sua antiga terra natal.
O destino dos que ficam e daqueles que escolhem emigrar é o tema constante e poderoso que permeia os seus romances.
Além deste Clareiras (2004, agora editado em Portugal), é ainda autora de outros quatro romances.
Best-seller na Alemanha, a sua obra foi traduzida para diversos idiomas, recebeu ampla aclamação e inúmeros prémios literários, incluindo o Prémio Marie Luise Kaschnitz; o Prémio Literário de Solothurn; o Prémio Chamisso de Dresden (2023), para uma obra literária baseada na experiência de um migrante que contribui para o intercâmbio europeu; o Prémio de Literatura da Fundação Konrad Adenauer (2025), que homenageia escritores que dão voz à liberdade; o Prémio Spycher e o Prémio Uwe-Johnson, para obras literárias de destaque; e nomeações para o Prémio do Livro da Baviera e o Prémio do Livro Alemão.
Literatura Traduzida
280 páginas
17,70 Euros
ISBN: 978-972-20-8835-0
1.ª Edição: Março 2026
Dom Quixote | Leya

