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Ganhe convites para a antestreia do filme "A MULHER MAIS RICA DO MUNDO" (La Femme Plus Riche Du Monde)

Em parceria com a PRIS Audiovisuais, oferecemos convites duplos para a antestreia do filme de Thierry KLIFA - uma história inspirada no caso real de Liliane Bettencourt, herdeira da L'Oréal.

ANTESTREIAS :: 20 de abril (segunda-feira), às 21h30
Lisboa - Cinema UCI El Corte Inglés | Gaia - Cinema UCI Arrábida Shopping

Sinopse
A mulher mais rica do mundo: a sua beleza, a sua inteligência, o seu poder.
Um fotógrafo: a sua ambição, a sua audácia, a sua loucura.
Um amor à primeira vista que os arrebata.
Uma herdeira desconfiada que luta para ser amada.
Um mordomo atento que sabe mais do que deixa transparecer.
Segredos de família. Doações astronómicas.
Uma guerra em que vale tudo. 

Isabelle Huppert interpreta Marianne Farrère, uma mulher de múltiplas facetas - alternadamente sedutora, frágil, dura e poderosa. Marina Foïs assume o papel da sua filha e herdeira, Frédérique, uma figura retraída, observadora silenciosa de um drama íntimo. A sua personagem sofre sem nunca o expressar abertamente. Laurent Lafitte, como o fotógrafo Pierre-Alain Fantin, traz uma exuberância controlada ao papel. Nunca cai na caricatura, o que é notável dada a natureza da personagem. Raphaël Personnaz interpreta o mordomo — uma figura aparentemente secundária que se torna gradualmente central. É um homem esmagado pelo sistema que serve, preso entre a lealdade, a dinâmica de classe e uma maquinaria que está muito fora do seu controlo. 

ENTREVISTA COM THIERRY KLIFA

O seu filme é vagamente inspirado no chamado "caso Bettencourt". Como é que esta história chamou a sua atenção?

Comecei a acompanhar o caso assim que chegou à comunicação social. Mas, para além do frenesim mediático, rapidamente me senti obrigado a compreender o que se estava a desenrolar, tanto a nível pessoal como a um nível mais amplo e universal. Li, pesquisei, tentando ir além da cobertura mediática e descobrir o que estava realmente em causa. O que encontrei foi uma história complexa e profundamente humana. Uma saga familiar comovente, repleta de segredos e história soterrada, passada num cenário ainda amplamente inexplorado em França: o das poderosas famílias industriais, algumas das quais construíram a sua influência nas sombras — sobretudo através da colaboração durante a guerra. Foi então que percebi que poderia utilizar este material para criar algo. Não para recontar uma notícia sensacionalista, mas para criar uma narrativa ficcional e universal. Foi então que soube que a queria transformar num filme. 

O filme é bastante engraçado, principalmente graças à personagem Pierre-Alain Fantin, interpretada por Laurent Lafitte. Por que razão escolheu a comédia como o tom para contar esta história?
Juntamente com Cédric Anger e, mais tarde, Jacques Fieschi, escolhemos a comédia como uma forma de abordar este material profundamente humano com um certo distanciamento. O objetivo não era despertar a piedade pelas lutas emocionais dos ultrarricos, mas mostrar como o dinheiro pode aumentar as tensões nas relações humanas. Para mim, esta não é uma história para julgar, mas sim para observar o seu desenrolar. Ela levanta questões, pode ser perturbadora por vezes — e é exatamente isso que a torna cativante.




ESTREIA NOS CINEMAS DIA 23 DE ABRIL


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