"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"

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Histórias de uma aldeia transmontana para ler ao serão

Rui Fidalgo escreve, com humor e ternura, sobre a infância, a família, a terra e a identidade.

Com prefácio de Graça Morais, Não Morre Quem Ama Assim é um livro de memórias caloroso, íntimo e profundamente humano. 

«Deixo aos leitores a descoberta deste mundo tão rico e variado, mas, ao mesmo tempo, tão ingénuo e tão simples. [...] A importância de guardar a memória de uma infância vivida intensamente numa aldeia do interior transmontano revela bem o que é a beleza, a magia e o mistério da vida
Graça Morais, no Prefácio de Não Morre Quem Ama Assim

Não Morre Quem Ama Assim
, de Rui Fidalgo, é um livro de memórias afectivas em que cada capítulo é uma história autónoma, mas unida ao todo por um fio comum: a família, a terra e a identidade emocional de quem cresceu numa aldeia transmontana.

Neste conjunto de narrativas íntimas, contadas com humor, ternura e alguma nostalgia, o autor oferece-nos retratos vivos da vida rural, de viagens de comboio que abrem horizontes, de acidentes que quase mudam destinos, de personagens excêntricas e de episódios que oscilam entre o cómico e o profundamente comovente, revelando um pedaço de um mundo simples, mas cheio de intensidade emocional.

Mais do que lembranças, estas histórias são homenagens discretas, gestos de amor dirigidos às pessoas que moldaram o autor, com um olhar crítico sobre o que se perde quando crescemos e sobre o que permanece, mesmo quando o mundo se torna maior do que a aldeia onde tudo começou.

Não Morre Quem Ama Assim é uma celebração da memória, dos afectos e daquilo que, mesmo com o tempo, nunca morre.


Rui Fidalgo licenciou-se em Direito enquanto iniciava a sua carreira no jornalismo n’O Século, percurso que o levaria mais tarde ao Correio da Manhã, onde foi jornalista e editor de Economia, e posteriormente ao Expresso, onde colaborou na mesma área. Assumiu a assessoria de imprensa do Ministério das Finanças numa fase decisiva da história económica do país, marcada pela abertura à livre circulação de capitais e pela negociação da entrada do escudo no Sistema Monetário Europeu. Trabalhou ainda em agências de comunicação e foi docente universitário durante 25 anos. Deixou o jornalismo para criar o departamento de comunicação da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões, onde desempenhou funções em várias áreas, incluindo a de secretário-geral. Foi co-autor do Plano Nacional de Formação Financeira e integrou a comissão de coordenação responsável pela sua implementação – projecto distinguido pela Youth and Child Finance International.

Categoria(s): Ficção, Memórias

Nº de Páginas: 136
Ano de Edição: Maio 2026
ISBN: 978-989-576-409-9
Formato: 15x23
Capa: Brochada
Editora: Guerra & Paz

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